O Sindicato Democrático dos Professores dos Açores – SDPA, entregou aos grupos e representações parlamentares com assento na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA) a moção aprovada pelos professores no âmbito dos plenários realizados em sete das 9 ilhas do arquipélago.
A moção visa apresentar aquilo que “são as reivindicações” dos docentes da Região relativamente à progressão e congelamento da carreira e à integração dos professores contratados
O SDPA entregou na tarde da passada segunda feira, dia 27 de novembro, aos grupos e representações parlamentares com assento na ALRAA, uma moção aprovada por centenas de professores e educadores que participaram nas reuniões plenárias que o Sindicato dinamizou em diversas ilhas desta Região.
Em causa está a transição da anterior para a nova estrutura da carreira, que se arrasta desde 2014/2015, o congelamento da carreira em sete anos e a premência de produção de legislação que permita a vinculação de docentes sucessivamente contratados a termo.
José Pedro Gaspar, presidente da direção do SDPA, explica que “as normas de transição que foram aprovadas significam um prejuízo para um grande número de professores de três anos na sua progressão da carreira”.
“A este prejuízo junta-se outro que é um congelamento de sete anos que não sendo considerados fazem aqui agravamento num cômputo de 10 anos, ou seja uma carreira que é de 34 anos converte-se numa carreira de 44 anos”, esclarece.
Segundo o sindicalista “isto representa um prejuízo muito grande para a generalidade dos professores que servem o sistema educativo público da Região”.
De acordo com Gaspar, a estas reivindicações junta-se “a premência da produção de legislação que permita a vinculação dos docentes sucessivamente contratados a termo”.
O sindicato defende que “se legislação similar à que está em vigor no continente fosse aplicada na Região, cerca de 500 a 600 docentes, que têm sido sucessivamente contratados nos Açores seriam integrados no quadro. Com o consequente reposicionamento em termos remuneratórios dos efeitos do tempo que eles têm em carreira já prestado”.
Neste contexto, o sindicalista sustenta que aquilo que o sindicato espera com a entrega da moção aos partidos é que “efetivamente as instituições democráticas funcionem” e o parlamento “produza legislação neste sentido”.
O sindicalista ressalvou que “com as reivindicações que estamos a apresentar não estamos a solicitar nada para além daquilo que está estabelecido legalmente, ou seja, não estamos a pedir que uma carreira que é de 34 anos tal como está no estatuto seja uma carreira com menos tempo de serviço, o que estamos a pedir é que as normas que depois sobrelevam sobre essa legislação permitam que a carreira seja de 34 anos como está estabelecido”, frisou.
Para além da entrega desta moção, o sindicato entregou à secreária geral da ALRAA uma pe-tição pública contra a discriminação e o prejuízo resultantes da concretização do processo de transição para a nova estrutura da carreira docen-te na Região, realizada em julho deste ano que contém 736 assinaturas.
A Secretária Regional dos Transportes e Obras Públicas apresentou, no passado dia 21 de novembro, uma versão revista do projeto de requalificação do Porto da Horta, orçamentada no valor de 14 milhões de euros.
Ana Cunha revelou que apesar de estarem a ser estudadas outras possibilidades, salientou que “não há soluções perfeitas”
Decorreu no passado dia 21 de novembro, uma reunião entre o Presidente da Câmara Municipal da Horta, a Comissão Municipal dos Assuntos do Mar, a Secretária Regional dos Transportes e Obras Públicas e os técnicos responsáveis pela elaboração do projeto de requalificação da segunda fase das obras do Porto da Horta. Esta reunião teve como ordem de trabalho a apresentação e análise da versão revisada do projeto de requalificação do porto orçamentada em 14 milhões de euros.
“O projeto que aqui foi apresentado melhora significativamente as condições de segurança no interior da baía sul, para alguns setores que são reordenados, nomeadamente as marítimo-turísticas, as pescas, a área comercial e marina-sul”, afirmou Ana Cunha, reconhecendo “algum ligeiro agravamento da marina-norte”.
Em declaração aos jornalistas, após a reunião, a secretária regional revelou está a ser estudada outra solução que possa minimizar esse eventual aumento da agitação marítima na marina da Horta, sublinhado que “não há soluções perfeitas”.
Por sua vez, José Leonardo Silva frisou que “importa não desperdiçarmos os 14 milhões de orçamento previsto para o nosso porto, desde que essas obras não ponham em causa, quer os investimentos futuros, quer a segurança do Porto”.
O edil também demonstrou a sua preocupação com o agravamento da agitação marítima na marina afirmando saber “que não existem soluções ideais, mas também não podemos descurar as condições de operacionalidade na Marina norte”.
Para o autarca, “não devemos ter receio de discutir os assuntos, sejam eles quais forem, e que temos de estar abertos a esta reflexão e a esta abertura numa altura em que queremos potenciar a Horta Capital-Mar dos Açores”.
Nesta nova versão do projeto de requalificação deixou-se de contemplar a construção de um maciço em betão, de forma triangular, no interior da baía e contempla-se agora a construção de uma nova zona para as pescas e para mega-iates e ainda a construção de um parque para reparação de embarcações.
A campanha SOS Cagarro de 2017 conseguiu salvar 2 839 cagarros em todo o arquipélago.
Esta campanha envolveu 450 Brigadas SOS Cagarro, nas quais participaram 250 parceiros e mais de 3 mil pessoas
Decorreu na passada sexta-feira a sessão de encerramento de mais uma Campanha SOS Cagarro que de 15 de outubro a 22 de novembro salvou 2 839 cagarros em todo o arquipélago.
Durante a edição deste anoforam registados 120 cagarros mortos e 55 feridos e procedeu-se também à anilhagem de mil aves.
Realizaram-se 450 Brigadas SOS Cagarro, com a participação de 250 parceiros e mais de 3 mil pessoas, entre voluntários e público-alvo de ações de sensibilização.
Para o Diretor Regional dos Assuntos do Mar, que discursou na sessão de encerramento, “a minimização dos efeitos negativos da poluição luminosa é um ponto central” para a saída em segurança dos jovens cagarros do ninho para o se primeiro voo atlântico.
Para tal, e à semelhança dos anos anteriores, Filipe Porteiro salientou que “foram tomadas medidas para a redução da iluminação pública, principalmente nos locais identificados anteriormente como sendo os mais críticos”, com a ajuda das entidades responsáveis por pontos de poluição luminosa, nomeadamente autarquias, a EDA e a Porto dos Açores.
Este ano foram ainda realizadas 56 brigadas científicas, dando-se assim continuidade a esta ação iniciada em 2016, em colaboração com a Universidade dos Açores, Parques Naturais da Ilhas, organizações não governamentais e cidadãos que aderiram a esta iniciativa científica pública.
Porteiro frisou a importância destas brigadas que permitem recolher “informação mais precisa e útil para estudar cientificamente a relação entre a queda de cagarros juvenis com as fontes de luminosidade existentes, entre outras variáveis”.
Tal como nos anos anteriores, desenvolveu-se também iniciativas de recuperação de aves feridas, incluindo a sua transferência para centros de reabilitação.
Adicionalmente, em colaboração da Lotaçor, foram recolhidas e conservadas algumas aves mortas com o intuito de se estudar o conteúdo do seu estômago e melhor compreender de que forma esta espécie é afetada pelo lixo marinho.
Os agentes turísticos também foram sensibilizados para divulgar esta iniciativa e incentivar os turistas a participar na campanha e a proteger os cagarros.
A Campanha SOS Cagarro tem como objetivo alertar os cidadãos para a necessidade de preservação desta espécie protegida que nidifica nos Açores e é organizada pela Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, através da Direção Regional dos Assuntos do Mar, com o apoio da Direção Regional do Ambiente.
Critérios mais transparentes para a delegação de competências da Câmara Municipal da Horta nas Juntas e Freguesia é o que os vereadores da Coligação Acreditar no Faial propõem na proposta apresentada à autarquia na reunião camarária.
Na proposta, Carlos Ferreira, Estêvão Gomes e Sandra Goulart, defendem a “criação de um regulamento municipal para a atribuição de dotações financeiras às juntas de freguesia no contexto da sua capacitação para o desenvolvimento das tarefas delegadas pela Câmara”
Na reunião camarária do passado dia 23 de novembro, os vereadores da Coligação Acreditar no Faial, apresentaram uma proposta para a definição de critérios transparentes para a delegação de competências da Câmara Municipal nas Juntas de Freguesia.
A proposta foi apresentada durante a discussão do orçamento municipal para 2018 e no âmbito dos acordos de execução e contratos interadministrativos de delegação de competências.
Os vereadores da coligação, num comunicado enviado às redações, consideram que “a elaboração de um regulamento com critérios claros, justos e objetivos, é um instrumento fundamental para garantir a transparência e a justiça nesta matéria”.
Para os social democratas “não é aceitável que existam juntas de freguesia a receber cerca de 2 mil euros por ano, para limpar 1 km de caminho municipal, enquanto outras recebem cerca de 700 euros para o mesmo fim, assim como não é igualmente aceitável, que a verba transferida para a manutenção dos caminhos municipais em 2017 represente apenas metade do que era transferido em 2003”, denunciam.
De acordo com o comunicado “a proposta apresentada assenta também na necessidade de inverter a redução de verbas verificada ao longo dos últimos 15 anos, traduzindo-se em menos de metade das transferências financeiras, apesar de se terem mantido as competências delegadas”.
Nesta reunião a Coligação Acreditar no Faial, propôs a integração das verbas que foram retiradas às juntas de freguesia em 2012, para constituírem o designado “fundo próprio”, que no seu entender, se revelou uma condicionante no trabalho desenvolvido pelas mesmas.
“Na prática, o fundo próprio constitui uma cativação de verbas e a figura encontrada tem por único objetivo não tornar ainda mais claro o corte dos valores inscritos para a delegação de competências”, consideram.
Tendo em consideração as propostas apresentadas, Carlos Ferreira, Estêvão Gomes e Sandra Goulart mostraram total disponibilidade para participar em reuniões de trabalho, com vista a discutir e concretizar a proposta apresentada, em conjunto com os executivos das juntas de freguesia.
A dupla faialense Carlos Oliveira e Flávio Mota sagraram-se no passado fim de semana os campeões dos Troféus de Ralis do Canal e do Faial.
O VIII Rali do Faial – Além Mar tinha, 11 pilotos inscritos, mas devido a avarias mecânicas e cancelamentos de última hora, apenas seis compareceram à partida
A última prova da temporada, do VIII Rali do Faial – Além Mar, que conta para o Troféu de Ralis do Canal e para o Troféu de Ralis do Faial, decorreu no passado fim de semana na ilha do Faial.
A competição organizada pelo CAF – Clube Automóvel do Faial tinha 11 pilotos inscritos, do Faial, Terceira e São Miguel mas arrancou com a apenas 6 participantes.
Nesta prova estava a luta pelo título de campeão de ambos os troféus que acabou por ser conquistado pela dupla faialense, Carlos Oliveira e Flávio Mota.
A dupla vencedora concluiu a prova num tempo total de 27 minutos, 19 segundos e 4 décimas, mas não teve a vida facilitada, sobretudo por parte do piloto micaelense Marco Medeiros, que fez dupla com Paulo Marques, do Continente, em Citroen Saxo CUP, que venceram as restantes quatro provas especiais que compunham o VIII Rali do Faial – Além Mar.
Já o piloto Marco Medeiros somou os pontos suficientes para garantir o 2.º lugar no Troféu de Ralis do Faial, ao passo que Luís Fialho, que não participou nesta prova, acabou por garantir, ainda assim, o 3.º lugar neste Troféu.
Pedro Mendonça e José Melo, em Peugeot 205 1.9 GTi, foram os terceiros classificados no VIII Rali do Faial – Além Mar, vencendo também a Classe IV.
No quarto lugar da geral ficaram Mário Rui Nunes e José Borba, em Nissan Micra 1.4, dupla que venceu também a Classe II. Com esta pontuação, Mário Rui Nunes alcança o 2º lugar no Troféu de Rali dos Canal – Além Mar.
No quinto e último lugar da geral ficou a dupla Sérgio Rosa/Marco Garcia, em Renault Clio 1.6, a mais de 15 minutos do vencedor, devido a um despiste que o fez perder muito tempo, mas que não impediu de concluirem a prova.
Mais azarados foram os irmãos Miguel (Carlos e João), em Suzuki Swift 1.3, que à entrada para a última prova da temporada lideravam o Troféu de Ralis do Canal, mas que foram obrigados a desistir devido a avaria mecânica, na primeira passagem pelo troço Vulcão/Va-radouro.
Ainda assim, Carlos Miguel asseguou o 3.º lugar do pódio, no que diz respeito às contas do Troféu de Ralis do Canal.
O VIII Rali do Faial – Além Mar além do habitual patrocínio da Fábrica de Tabaco Estrela, contou com o apoio do Governo Regional, da Câmara Municipal da Horta e de várias empresas regionais e locais.
A Sociedade Amor da Pátria comemorou esta semana, dia 28 de novembro o seu 158.ºaniversário.
Para assinalar esta data além do tradicional baile de aniversário que se realiza este sábado, a direção preparou uma pequena exposição com o espólio existente na Sociedade Amor da Pátria e vai homenagear, pela primeira vez, pessoas que colaboraram com a Sociedade e várias instituições que também este ano celebraram o seu aniversário.
Em semana de aniversário Tribuna das Ilhas falou com o presidente da direção. José Menezes, tomou posse em maio e a sua prioridade foi desde logo deitar mãos à manutenção do edifício e perceber o funcionamento da Sociedade Amor da Pátria.
O presidente adiantou à nossa reportagem as ideias que a sua direção tem para esta instituição. Para além da manutenção do edifício, a criação de uma exposição permanente, a abertura da Sociedade à visitação, torná-la mais dinâmica e mais atrativa quer aos sócios quer a quem nos visita, a informatização do pagamento das quotas e a revisão dos estatutos, também fazem parte da lista de projetos que o jovem presidente tem para esta Sociedade centenária
José Menezes, tem 32 anos e desde maio é o presidente da Sociedade Amor da Pátria. A ele, junta-se o vice presidente Carlos Garcia, o primeiro secretário, Bruno Castro, o segundo secretário, Pedro Garcia e o tesoureiro Carlos Garcia, constituindo aquela que se apresenta como a direção mais jovens desta instituição.
O facto de todos eles terem crescido na Sociedade Amor da Pátria despertou-lhe o desejo de dinamizar a instituição e torná-la mais atrativa quer aos sócios quer aqueles que nos visitam.
“Todos nós crescemos nesta instituição. Na altura que cresci havia muita atividade, o meu pai foi também presidente e passamos muito tempo aqui juntamente com imensa gente, fazíamos muita coisa, corríamos esta sociedade toda”, afirma Menezes.
O jovem presidente observa que “hoje em pleno século XXI o conforto que qualquer pessoa tem na sua casa faz com que saia menos e procure estes sítios”, reconhecendo que “a sociedade Amor da Pátria também sofre um pouco com isso”.
Neste contexto, revela que “aquilo que nos mobilizou ou que nos interessou nesta sociedade foi dinamizá-la novamente, atrair uma geração que está afastada da Instituição. Uma geração que é a minha, mas que também é um pouco acima da minha mas também abaixo, ou seja, conseguir criar atividades para atrair essas gerações que estão mais afastadas, mas que também cresceu aqui dentro”.
José Menezes tem consciência de que os sócios não podem vir à Sociedade todos os dias, o que pretende é apenas que a frequentem e participem nas suas atividades. “Quando digo atrair não digo diariamente, porque temos as nossas vidas, mas para que venham cá que usufruam da sociedade, da quota que pagam”, salienta.
Por outro lado, avança o presidente “percebemos que havia uma frustração, algum afastamento dessa geração, que dizia que não havia muita atratividade naquilo que aqui se fazia”, neste sentido revela que um dos objetivos é prover eventos que tragam gente à instituição.
“Um dos eventos que vamos ter agora inserido já no aniversário é a Enoteca Itinerante no âmbito da Cidade do Vinho promovida pela Câmara Municipal da Madalena, um momento também aberto ao público”, adianta o presidente. “Queremos que todo o público venha à sociedade Amor da Pátria, é um momento do nosso aniversário que é aberto ao público em geral”, reforça.
Nesta nova dinâmica que pretende para a Sociedade a direção não esquece a história da instituição. “Pretendemos atrair gente a esta casa com este tipo de atividades, com serões temáticos, fazendo sempre uma conciliação daquilo que é a história da Sociedade Amor da Pátria, aquilo que ela foi, aquilo que ela é, mas perspetivar o seu futuro”, garante.
Segundo Menezes, não se pode simplesmente quebrar com as tradições, “abrir uma nova porta e começar de novo”. A este respeito explica que “há muitos sócios que vivem aqui ou que vem cá há 50 ou 60 anos quase diariamente e queremos manter esses sócios, eles são a alma desta sociedade”, afirma.
“Queremos dinamizar mais esta sociedade e abri-la um pouco mais à sociedade, temos coisas em prespetiva, já andamos a tentar com outras instituições trazer mais atividade sociedade abertas ao público em geral, mas com o cuidado de manter a sua história e não ir além daquilo que é o entendimento geral”, sustenta.
Do plano de atividades que a direção preparou para o mandato de um ano, o presidente revela que já avançaram com a criação de uma Comissão de Cultura e Filantropia. No entender de Menezes esta já “foi uma forma de abrir a Sociedade”. A comissão é presidida por Alda Brito e Melo e tem como principal missão a atribuição de uma bolsa.
No âmbito desta comissão pela primeira vez a Sociedade vai distinguir três pessoas que trabalharam em prol da instituição e que foram propostas pelos sócios. Este ano vão ser distinguidas, a título póstumo, Maria Albertina Machado Ávila, que trabalhou e colaborou muito para as festas de carnaval e na organização de grupos de carnaval. “Foi uma proposta de um sócio que teve o apoio de mais de 20 ”, Estela Brum que “também surgiu por proposta de um sócio e que será agraciada com a distinção de mérito” e a outra distinção vai ser atribuída a Mário Frayão “por toda a atividade cultural, política que teve ao longo dos anos no conselho da Horta. Essa foi uma proposta da comissão”, esclarece.
Ao nível das distinções associativas a direção vai homenagear o CNH que celebra este ano 70 anos de existência, a UMAR que celebra 25 anos e a Associação de Folclore do Salão “que é a Associação mais antiga de folclores dos Açores e que está a celebrar 60 anos”, dá a conhecer José Menezes.
Pronta está também a aplicação informática para a quotização dos sócios e que a direção vai também dar a conhecer no dia de aniversário. “Tivemos de fazer um grande trabalho para inserir todos os sócios contactos, etc e a partir de agora a intenção é que todos os sócios possam aceder. O objectivo é para começar a servir de meio de comunicação entre a direção e os sócios e permitir que os sócios possam ver as suas quotas, tirar os recibos de pagamento”, disse.
Sobre este assunto o presidente sustenta que apesar ter sido feita a transição de todas as quotas para a aplicação informática “todos os sócios poderão continuar a pagar pelos mesmos meios, no bar, por transferência bancária, mensalmente, anualmente ou através de uma referência multibanco que nós associamos ao sócio”.
Outro dos projetos desta direção passa pela criação de um regulamento de arrendamento e de utilização da Sociedade Amor da Pátria. “Nós temos muita atividade, somos muito procurados para fazer eventos”. Menezes recorda a este respeito que desde que é presidente a Sociedade recebeu a Conferência Internacional da Pesca do Atum, “ganhámos o concurso o que foi muito importante para nós. Tivemos cerca de 200 conferencistas de vários cantos do mundo”, acolheu o Congresso de Dentistas, é parceira do Azores TrailRun e do Triangle, que considera “como um momento de grande abertura da Sociedade uma vez que passam por aqui, tanto no Triangle como no Azores TrailRun do Faial, cerca de 1000 pessoas, todos eles ficam deslumbrados com o edifício e não percebem como uma ilha como a nossa no meio do atlântico tem um edifíco com esta arquitetura”.
“Queremos continuar a ser parceiros do Azores TrailRun, queremos ser parceiros de outras atividades sempre que nos solicitem. Recebemos também a Liga Por-tuguesa Contra o Cancro, somos parceiros da Junta de Freguesia da Matriz que realiza aqui o seu Dia da Freguesia, da Casa de Infância de Santo António que celebra aqui a festa de Natal. Estamos sempre disponíveis para ajudar e apoiar todas as outras instituições do concelho”, afirma.
“Temos noção que na ilha do Faial não há grandes espaços como este nem mesmo nos Açores, por isso precisamos de estar despertos, daí a necessidade de criar o regulamento que determine a utilização para se perceber o que é o pagamento, quais são as responsabilidades de cada um”, considera.
A revisão dos estatutos também está na mira desta direção. O presidente revela que ao longo dos anos a Sociedade teve vários estatutos e que a última revisão data dos anos 90. Neste sentido avança que “um dos sócios que é jurista que ofereceu-se para analisar os estatutos juntamente com a direção”.
Para Menezes é fundamental atualizar também os estatutos às realidades de hoje em dia. O papel da mulher tem de ser abertamente falado, o falecimento de um dos cônjuges e a passagem da quota para o sobrevivente, o pagamento da jóia ou não em caso de divórcio, o acesso à Sociedade e a questão dos próprios associados, são para o presidente questões que têm de ser atualizadas nos estatutos. “A nossa ideia é sempre não esquecer a história, pensar o presente mas prespetivar sempre o futuro da instituição”.
Por outro lado, refere “temos sócios efetivos, contribuintes e honorários. E percebemos que há aqui sócios que estão fora. Aí coloca-se a questão se faz sentido pagarem a mesma quota uma vez que residem fora. Temos de perceber se faz sentido ter uma quota de deslocado, ou mesmo os filhos dos sócios podem-se fazer sócios aos 16 anos, mas nessa altura não trabalham. Se calhar, para que se mantenham sócios podíamos criar um sócio jovem em que não tenha o pagamento da quota associado pelo menos até ao primeiro emprego, mas sendo no entanto uma voz ativa”.
Outra das coisas que esta direção queria ver instituída na Sociedade Amor da Pátria era uma comissão para a juventude. O presidente avança que a ideia era que essa comissão “tivesse o seu próprio dinheiro alocado e criasse o seu próprio plano de actividades”.
Mais um projeto que esta direção tem em mente prende-se com o ambiente e a reciclagem do lixo. “Ainda não conseguimos materializar esta ideia, mas pretendemos fazer a separação do lixo que é gerado nesta sociedade e principalmente no bar. Estamos a analisar com a Câmara Municipal a melhor maneira de fazer a recolha, para que assim que tiverem criadas as condições podermos avançar”.
Gerir uma sociedade com uma estrutura destas e com estes anos não é fácil. Menezes confessa que a sua tomada de posse coincidiu com o nascimento da sua filha e que para mais a Sociedade deparava-se com a falta de funcionários. Esta foi a altura mais complicada em que precisou muito do apoio da sua família.

O presidente revela que o primeiro passo foi inteirar-se de todo o funcionamento do Amor da Pátria. Em simultâneo deitaram mãos à manutenção do edifício. “Quando chegámos à Sociedade encontrámos uma situação de falta de mão de obra ou de falta de funcionários que pudessem trabalhar a manutenção do edifício”.
Contrataram um funcionário e começaram a tratar da pintura do edifício. “A anterior direção já tinha feito a manutenção da fachada do lado sul, nós fizemos de imediato a manutenção da fachada interior, nomeadamente da sala de jogos de snooker, da sala de televisão, dos corredores, pintámos todo o salão grande”, revela.
Ainda ao nível da manutenção, intervieram na sala VIP e no Jardim de Inverno através do mobiliário que foi todo pintado, restauraram as 220 cadeira que fazem parte do mobiliário do salão grande e procederam a algumas alterações no funcionamento da Sociedade.
“Quando cá chegámos umas das salas era utilizada muito para arrumação e a sala de jogo de cartas das senhoras estava extremamente atrapalhada de mobiliário. Era a antiga biblioteca e então decidimos deslocar essa biblioteca e todo esse material para a sala de arrumação”.
Procederam também à limpeza e arrumação do palco. Estas alterações permitiram que o “salão grande ficasse livre e que as cadeiras pudessem estar sempre expostas ao invés de estarem umas em cima das outras, que as estragava”.
“A ideia é ter o salão grande sempre com o cadeiral exposto e pronto para qualquer evento”. Criámos uma sala multiusos e uma biblioteca onde temos o computador, com acesso à internet e todo o espólio bibliográfico da Sociedade”, diz José Menezes.
A este respeito o presidente refere que contrataram uma colaboradora ao abrigo dos programas de emprego, o Estagiar L, que é licenciada em História da Arte, que tem uma especialização em Museologia e que desde outubro está a fazer o levantamento de todo o espólio da Sociedade. “Já encontrámos coisas extremamente importantes. Desde dos projetos originais do projeto do Amor da Pátria do arquiteto Norte Júnior, o próprio projeto da sala de cinema que terá sido uma das primeiras salas de cinema”, conta.
“Encontrámos também outras coisas, desde de livros assinados e datados, os vários estatutos, entre outros documentos importantes. Estamos a fazer o levantamento e já no aniversário contamos apresentar aos sócios parte desse espólio numa pequena exposição”, revela.
Menezes adianta que esta exposição vai permitir avançar com outra ideia que a direção tem de abrir a Sociedade ao público e à visitação.
“Percebemos que principalmente ao longo do verão, há uma grande atração por parte dos turistas por esta Sociedade. E considerando que a sociedade não está aberta o dia todo, há momentos fechados, principalmente de manhã, uma das propostas que temos, e que foi aprovada em assembleia geral, é fazer uma visita guiada ao edifício e ao espólio, ou seja, ter uma exposição permanente na Sociedade”.
É também nesta ideia que a direção tem estado a trabalhar de forma a ser implementada já no próximo ano. “Pretendemos inserir a exposição e o Amor da Pátria no roteiro turístico da cidade da Horta”, avança.
“A realidade é que no país e na Região Autónoma dos Açores não há certamente um edifício como este da Sociedade Amor da Pátria. O edifício foi projetado em 1930 a sua construção terminou em 1934, na altura pelo melhor arquiteto português o arquitecto Norte Júnior que tem outros edifícios muito interessantes a nível do país, mas que este é de facto um espólio um património que não se pode perder”, afirma o presidente.
“A intenção é fora das horas de serviço para os sócios, fazer uma visita guiada e uma exposição permanente para perceber e dar a conhecer a Sociedade Amor da Pátria. Abrir esta instituição à sociedade faialense e a quem nos visita”, reforça.
Outra mudança que esta direção promoveu, desde que tomou posse, prende-se com o bar. A este respeito o presidente avança que este mês implementaram uma nova ementa “que tem tido imensa saída e foi muito bem recebida pelos sócios”.
Embora esteja a funcionar à relativamente pouco tempo o presidente garante que é já um sucesso. “Na nossa ideia esta foi uma aposta ganha, porque a partir do dia em que abrimos, há cerca de três semanas o movimento e a faturação do bar aumentou em flecha”.
Segundo o presidente este serviço apesar de ser direcionado aos sócios e convidados da direção, vai permitir, no seu entender “atrair mais gente e mais sócios”.
“Uma das coisas em que temos tido muito facilitismo e queremos mesmo é que os sócios tragam pessoas. Não pode ser por sistema no caso de faialenses, mas se por exemplo eu tenho amigos meus de outra ilha ou do continente que nos visitam porque não trazê-los a esta sociedade eu pago quota, sou sócio este é um dos pontos altos da ilha e da cidade e quero mostrar, não faz sentido que esse meu amigo se faça sócio”. No caso de ser faialense, “a ideia é trazer uma vez e se a pessoa gostar deve-se fazer sócio”, frisa.
Neste momento o Amor da Pátria conta com cerca de 200 sócios. Em termos financeiros o presidente garante que “a instituição encontra-se com uma situação estável. Felizmente tem havido sempre uma boa gestão e nisso a anterior direção fez um bom trabalho. Vivemos muito das quotas e dos arrendamentos. A política é não gastar além daquilo que o orçamento nos permite. Nesse sentido, não temos dividas a fornecedores, à banca. Temos tudo pago, os ordenados são pagos a tempo e horas”, garante.
Segundo o presidente a Socie-dade atualmente para sobreviver depende do pagamento das quotas dos sócios e do aluguer dos dois espaços inferiores que tem arrendados e da outra sala que é utilizada para diversas atividades, yoga, dança de tango argentino, Ballet que dão à Sociedade “algum do financiamento necessário para melhoramentos”.
Para o presidente o problema maior da instituição está mesmo na manutenção do edifício. Menezes refere o Amor da Pátria está necessitar de uma intervenção mais profunda no telhado e na zona norte.
“Um dos problemas maiores que temos é de facto a manutenção do edifício que tem cerca de 80 anos. As obras de manutenção em larga escala são a nossa maior dificuldade e a nossa prioridade também. Neste momento fizemos intervenções na fachada e no lado sul, que foram requalificados e estamos agora a precisar de requalificar a parte de trás e a zona norte que são as que estão mais tapadas pelo edifício da segurança social e que têm mais humidade e precisam de uma intervenção mais cuidada, assim como o próprio telhado”.
Para a realização destas obras o presidente pretende apresentar uma candidatura a apoios através da Direção da Cultura, uma vez que o edifício está classificado como património da Região”.
“Temos um arquiteto na direção e um dos nossos planos é realmente apresentar uma candidatura a esses apoios. Vamos concorrer precisamos apenas de um projeto aprovado, que terá de ser feito com peso e medida”, avança.
Dentro desta requalificação do edifício a nova direção pretende ainda criar condições de acesso a pessoas com mobilidade reduzida. “Esta é uma ideia que transitou da anterior direção mas que queremos dar continuidade. A ideia é que esse acesso seja feito através deste Jardim de Inverno recorrendo à estrada que se encontra quase ao mesmo nível desta sala e assim abrir no muro um portão e colocar uma rampa para que todos possam aceder, não só os nossos sócios, mas também outras pessoas”, salienta.
Tendo em conta que muitos dos projetos apresentados por esta direção requerem algum tempo para pôr em prática, o Tribuna das Ilhas perguntou ao presidente se pretende voltar a candidatar-se. Relativamente a este assunto Menezes confessa, que ainda não pensou nessa possibilidade e adianta que não “fecha a porta” a um novo mandato, mas pensa “que ainda é cedo para perceber se valerá a pena e se os sócios assim o desejam”.
“Estamos neste momento a meio do mandato, em seis meses a vida pode mudar muito, não sei até maio o que vai acontecer. Uma coisa é certa no nosso projeto sabemos que existem coisas que não são para um ano é preciso cimentar devidamente, nomeadamente a exposição permanente e a visita do edifício, esse é claramente um projeto a dois anos ou mais”.
“Se vou concorrer novamente não sei se será com a mesma direção, não sei. Não falamos ainda sobre isso”. Por outro lado, avança, “se os sócios acharem por bem, se o feedback for positivo, se até lá conseguirmos dinamizar esta sociedade na forma que entendemos e da forma que achamos que iremos conseguir, eu penso que esta direção tem condições para voltar a fazer um mandato. Se o resultado não for o esperado, temos de assumir e perceber se há outros sócios que tenham essa disponibilidade e interesse de levar a sociedade para outro rumo. Este foi o rumo que assumimos e no final de mandato teremos de fazer uma avaliação”, sustenta.
Quanto à dificuldade de encontrar lista para esta direção Menezes garante que ao contrário do que acontece noutras instituições, na Sociedade Amor da Pátria “a única coisa que constou e que achei estranho, foi o facto de não encontrarmos mulheres para os órgãos sociais”.
O presidente explica que “temos suplentes na direção do sexo feminino mas na direção não temos. Essa dificuldade prende-se exatamente com o passado histórico da Sociedade em que eram os homensos sócios. Isto não significa que a sociedade esteja fechada às mulheres, não é isso, aliás temos muitas mulheres mas a questão é que não são elas as sócias efectivas e para estar na direção tem de se ser sócio efectivo, daí que esse seja um ponto que queremos rever nos estatutos”, clarifica.
Dos eventos que esta direção promoveu desde que tomou posse o presidente destaca a Festa de São João que este ano teve um fim social. “É uma festa que já é típica na sociedade no mês de junho em que fazemos um grande jantar e promovemos muita atividade e que este ano decidimos doar todo o lucro resultante da atividade para os bombeiros por causa dos incêndios” e o São Martinho, que teve fado ao vivo.
Quanto a eventos programados ainda para este ano, além da festa de aniversário esta direção encontra-se a preparar também a festa de final de ano. “Gostaríamos de ter uma grande passagem de ano, já contratamos uma banda, temos tudo planeado vamos ver agora qual vai ser a adesão dos sócios e mesmo de não sócios que queremos convidar”, adianta.
A finalizar a nossa conversa, Menezes salienta que manter esta Sociedade requer “muita disponibilidade e muito apoio dos restantes membros da direção dos funcionários porque são eles que também materializam todos as ideias da direção e que cá estão todos”.
Por este motivo espera poder contar com os sócios. No seu entender os sócios “são essenciais”. Neste contexto o presidente afirma que “a Sociedade Amor da Pátria tem sido e acho que será sempre aquilo que os sócios fizerem dela. Se os sócios deixarem de comparecer, deixarem de aderir às iniciativas, se se afastarem inclusivamente através do pagamento das quotas a sociedade morre”.
Foi há 19 anos que o Modelo Continente abriu as suas portas ao público na cidade da Horta.
A loja emprega 103 pessoas, ocupa uma área de cerca de 2mil m2 e serve uma população de cerca de 15 mil habitantes.
A INSCO na Horta dispõe de duas áreas de têxteis, a MO e a Sport Zone mais direcionada ao desporto, a Wells, para a saúde, a Note e o Bom Bocado, para além do retalho alimentar o Modelo – Continente
O Modelo Continente da Horta assinalou esta semana, dia 21 de Novembro, o seu 19.º aniversário. Este espaço serve a população do Faial e também do Pico há quase duas décadas.
Atualmente a loja conta com uma equipa de profissionais, composta por 103 colaboradores e inclui uma padaria, um talho, uma peixaria e uma secção de frutas e legumes.
Ao longo dos anos a loja foi-se modernizando de forma a corresponder às necessidades da população local. Pedro Lima, diretor da Loja Modelo da Horta, em dia de aniversário, explica à nossa reportagem que “o Modelo da Horta é uma loja muito especial porque está no fim da cadeia de abastecimento”, segundo o responsável, “a insularidade sente-se mais aqui do que nas outras ilhas que têm mais cadência de receção de mercadoria”. Por este motivo é sempre um “desafio constante ter a mercadoria nas prateleiras a tempo e horas” para que os clientes se sintam satisfeitos”.
Neste sentido o diretor não hesita em afirmar que ele e a sua equipa “trabalham sempre em prol de uma melhoria contínua para poder satisfazer clientes”.
Segundo Pedro Lima, “estes 19 anos na Horta foram muito bons, a empresa evoluiu e criou sinergias e melhorou-se a si própria. Hoje tem a certeza que prestam um serviço melhor que há 19 anos atrás, mas tem a consciência que muito ainda há a fazer. “Sei que não somos perfeitos e temos muito para fazer”, disse.
Neste sentido, o diretor avança que a crise obrigou a empresa a fazer uma reestruturação. “A população da Horta diminuiu nos últimos anos e a iniciativa privada também tem reduzido”, no entanto, “o grupo não deixou de investir”, afirma, referindo-se à remodelação que a loja sofreu há cerca de cinco anos.
Pedro Lima sustenta que “apesar de todas as dificuldades económicas e sociais o grupo encontra-se bem e é para continuar”, garante.
Para o responsável a grande aposta tem recaído num serviço de excelência. “A INSCO pertence ao grupo Bensaúde que é um grupo privado regional e a nossa ambição é evoluir, crescer e sermos melhores todos os dias. Não digo que somos melhores que qualquer outro estabelecimento, temos é a consciência de onde estamos e para onde queremos ir”.
Neste caminho de sucesso muito tem contribuído as pessoas que ao longo dos anos têm passado pelo Modelo da Horta, reconhece o diretor. “Temos colaboradores que estão connosco desde a abertura, muito importantes, são os pilares e que torna consistente a nossa operação, mas também temos novos funcionário que trazem inovação e ambição e a partir dai depende desta equipa todo o funcionamento e o sucesso deste estabelecimento”.
A qualidade da oferta é também uma das prioridades da equipa que trabalha no Modelo da Horta. Pedro Lima esclarece a este respeito, que a segurança alimentar é neste momento “um dos maiores desafios” que a loja da Horta tem.
“Outro dos grandes desafios é sem dúvida os frescos”, salienta o diretor, acrescentando que “esta loja tem um talho próprio, uma padaria que produz todos os dias “por isso há que garantir a qualidade, a diversidade e segurança dos produtos disponibilizados.
Pedro Lima avança ainda que esta loja em termos de recepção de mercadoria é diferente das outras. “Nós recebemos em média 10 contentores diretos, em que nós é que os desmanchamos e trabalhamos para ir para a loja, enquanto nas outras ilhas existem entrepostos que recebem as mercadorias, fazem o seu tratamento e depois as enviam para as lojas de acordo com as necessidades”, refere.
Outro dos aspectos que diferenciam esta loja das outras distribuídas pelos Açores, são os preços. Sobre este assunto o Pedro Lima, salienta que “esta é uma questão que muitos clientes colocam”. Neste sentido, garante que tem havido um “grande esforço em ter preços iguais aos das outras lojas do grupo”.
De acordo com o gerente da loja, ao nível da mercearia isso já se vem verificando. “As promoções que vêem no nosso folheto, são exactamente iguais às promoções que são feitas na Terceira e São Miguel”.
Em dia de festa, Pedro Lima aproveitou para agradecer a todos os parceiros e à sua equipa pelo empenho, motivação e dedicação que colocaram na realização desta festa e contribuído para que este aniversário fosse um sucesso.
Modelo da Horta em festa
Para assinalar este dia, a equipa do Modelo da Horta preparou um “dia especial” para os seus clientes.
A sessão de abertura contou com a presença do pároco Paulo Silva, que dirigiu algumas palavras de incentivo aos colaboradores da Loja. De seguida partiu-se o bolo.
O director adiantou que, para este ano, ele e a sua equipa prepararam um dia diferente que incluiu uma componente educativa.
Neste sentido, os alunos das escolas da Feteira e do Pasteleiro, visitaram a padaria, o talho e a secção de frutas.
Houve também vários momentos musicais, da responsabilidade do Conservatório da Horta e da Sociedade Filarmónica Lira e Progresso Feteirense.
Durante o dia o Modelo Continente contou ainda com a presença do Panda e dos seus amigos para animar os mais pequenos.
A Câmara Municipal da Horta (CMH) anunciou em conferência de imprensa o programa de mais um “Natal com Tradição” que este ano apresenta algumas novidades
O Presidente da CMH anunciou, na passada segunda-feira, em conferência de imprensa realizada nos Paços do Concelho o programa para a edição deste ano do “Natal com Tradição” que promove em parceria com a Câmara do Comércio e Indústria da Horta (CCIH) e outras instituições.
Para José Leonardo esta iniciativa promove o concelho, o comércio tradicional e a solidariedade, num “momento de desfruto de todas as famílias faialenses”.
Nesta edição da iniciativa, a abertura será mais cedo, no dia 1 de dezembro, com a iluminação da árvore de natal e de todas as luzes que irão enfeitar a baixa da cidade, e será encerrada no dia 7 de janeiro de 2018.
Outra grande novidade será o alargamento do Dia das Montras que se celebra anualmente no dia 8 de dezembro, mas que pela primeira vez será nos dias 8 e 9 do mesmo mês, “aproveitando também o sábado, potenciando assim a possibilidade de mais comércio” salientou o Executivo.
Também pela primeira vez, o trânsito automóvel será cortado no centro da cidade, das 10h00 às 13h00 nos sábados 16, 23 e 30 de dezembro também de forma potenciar o comércio e a deixar as pessoas mais à vontade.
Será também promovido um Mercadinho de Natal em frente à Câmara Municipal e aos Correios.
Este “Natal com Tradição” conta com um investimento de cerca de 40 mil euros e com mais de 40 eventos variados de modo a abranger todas as faixas etárias.
O fogo de artifício, o primeiro banho do ano, o Festival de Sopas do Mercado, os Ranchos de Natal, cinema e teatro, desporto, dança e exposições serão mais algumas atividades que irão animar o tempo de Natal dos Faialense.
O Vice-presidente da CCIH, Humberto Goulart, para concluir, anunciou também que será novamente promovido o concurso para a eleição das montras que os faialenses mais gostam e que serão premiadas com 250, 150 e 100 euros para o primeiro, segundo e terceiro prémio respetivamente.
A Feteira já tem formado um Grupo SOS, resultado da vontade de um grupo de cidadãos dessa freguesia.
O grupo tem como principal missão “apoiar causas de âmbito social, ambiental e cultural e desenvolver projetos inovadores que promovam a entreajuda, a solidariedade e a união das pessoas e das empresas em prol de causas nobres e contribuir para o desenvolvimento social e humano das comunidades locais e para uma cidadania global e solidária”
Um grupo de cidadãos da freguesia da Feteira, apercebendo-se do facto de existirem problemas sociais nessa freguesia, juntou-se e formou o Grupo SOS Feteira. O projeto/associação SOS Feteira nasce da vontade de fazer mais pela Feteira e de contribuir para um Mundo melhor, mais solidário e humanitário.
Este grupo, apadrinhado pela Associação SOS Conceição, e que tem como parceiro fundamental a Casa do Povo da Feteira, aposta na prevenção da exclusão social e na promoção do bem-estar global.
Na nota enviada à redacção, refere-se que a principal missão é “apoiar causas de âmbito social, ambiental e cultural e desenvolver projetos inovadores que promovam a entreajuda, a solidariedade e a união das pessoas e das empresas em prol de causas nobres e contribuir para o desenvolvimento social e humano das comunidades locais e para uma cidadania global e solidária”.
Os objetivos que se pretendem alcançar com a criação deste grupo, respeitam à promoção do voluntariado local e internacional, do apoio à família, à comunidade e outros projetos de natureza social e cultural e campanhas de sensibili-zação/informação junto da população em geral.
Pretende, ainda, celebrar acordos de cooperação, de gestão de serviços e equipamentos com parceiros institucionais, públicos ou privados, estimular a opinião pública para a questão da economia solidária e motivar a comunidade envolvente a responder aos problemas sociais emergentes, contribuir para a animação da comunidade, nos domínios sociais, culturais e artísticos, colaborando ativamente na articulação e dinamização de redes para o efeito e exercer qualquer atividade que contribua para a melhoria da qualidade de vida e o bem-estar da população.
De 20 a 24 de Novembro, a PSP nos Açores levará a cabo a operação “VIOLÊNCIA FICA À PORTA”, que se destina a combater a violência doméstica
O Comando Regional da PSP dos Açores realizará entreos dias 20 e 24 de novembro de 2017, a operação“VIOLÊNCIA FICA À PORTA”, que se destina a combater a violência doméstica, fenómeno de extrema gravidade e que constitui uma violação de direitos humanos mais prevalente no mundo.
Neste sentido, irão realizar-se ações informativas, privilegiando contatos com vítimas de violência doméstica e idosos, bem como ações de sensibilização respeitantes ao tema.
Segundo a nota deste Comando Regional, este tipo de violência tem vindo a apresentar uma maior visibilidade, decorrente do aumento do número de denúncias aos órgãos de polícia criminal e de um maior grau de consciencialização para os seus direitos por parte das vítimas de crime e, também, do número de homicídios registados e que fundamentam extensas campanhas de sensibilização em torno da temática.