A amargura e tristeza, mais que a revolta, leva-me a pensar que o Faial e os faialenses não mereceriam esta forma desgarrada, fraca e sem liderança de serem orientados, governados e afunilados sem uma pequena luz de esperança e de credibilidade, por ter nos seus eleitos tudo, menos alguém que os “proteja”. Podemos ir à forma como fomos e somos…