É, sem dúvida, em memória do meu Querido Amigo de infância e companheiro de todas as etapas das nossas vidas, João Carlos Fraga, de seu nome completo João Carlos Lima Gomes Fraga, que aqui volto às páginas deste Jornal, para atrever-me a propor que, para além de todas as merecidas e justas homenagens que lhe têm sido prestadas, se perpetue de forma relevante a memória deste nosso concidadão, cidadão do mundo, que ao mundo levou a nossa terra bem como para ela encaminhou esse mesmo mundo. O João Carlos Fraga foi, na nossa marcante geração de 60, o elemento que mais se destacou por todas as razões já bastamente referidas, por isso, aqui proponho que, em espaço nobre da Marina da Horta de sua paixão, seja erigido um elemento escultórico com o seu busto, a perpetuar a sua memória. Julgo ser este o melhor reconhecimento da herança que nos deixou e à sua terra!
Na primeira página deste renovado semanário Tribuna das Ilhas do dia 20 de Janeiro último, foi publicada a sua fotografia no seu ambiente favorito, a Marina e os seus “Aventureiros”, que bem poderia servir de modelo para o que acima me atrevo a propor.
Á Vossa consideração,
Em memória deste meu Querido Amigo, cujo desaparecimento prematuro me puxa a lágrima e aperta o nó na garganta pela muita saudade que me deixou.
As viaturas utilizadas nas pescas vão passar a estar abrangidas pelo diploma que estabelece o Sistema de Fiscalização e Controlo do Abastecimento do Gasóleo à Agricultura e à Pesca nos Açores.
O anúncio foi feito pelo Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia no final de uma audição na Comissão de Economia da Assembleia Legislativa sobre a alteração deste diploma, adiantando que para tal será necessário “elaborar o diploma e proceder a uma discussão prévia com o setor”, para que “ainda durante este ano seja possível pôr em prática esta medida”.
Para Gui Menezes “o alargamento do gasóleo colorido ou marcado aos veículos ligados à atividade da pesca permite aos armadores a diminuição de custos operacionais”.
O governante acrescentou ainda que com esta medida “os armadores e pescadores vão ter benefícios em termos de rendimento”.
“Esta medida deverá beneficiar diretamente 175 armadores e, indiretamente, 1.750 pescadores”, adiantou Gui Menezes.
Segundo o titular da pasta, “os custos operacionais, como a aquisição de gasóleo, são, normalmente, tirados do ‘monte’, ou seja, dos rendimentos obtidos com a venda do pescado”, salientando que a redução dos custos operacionais permite aumentar o montante disponível para ser distribuído por todos os pescadores da embarcação.
O gasóleo rodoviário custa 1,18 euros por litro enquanto o gasóleo colorido ou marcado para a pesca custa 48 cêntimos, o que significa que, com esta medida, os armadores irão poupar cerca de 70 cêntimos por litro no abastecimento das carrinhas utilizadas na atividade da pesca.
De acordo com o governante “podem beneficiar desta medida, à semelhança do que já acontece para o setor agrícola, veículos destinados ao apoio da atividade da pesca, nomeadamente ao transporte de tripulações e equipamentos de pesca entre portos, lotas, postos de recolha e casas de aprestos.
O sistema de fiscalização e controlo do abastecimento de gasóleo à agricultura e à pesca dos Açores foi criado em 2014, tendo o gasóleo colorido ou marcado sido implementado na Região em 2015.
A garantia foi dada pelo Secretário Regional dos Transportes e Obras Públicas, Vítor Fraga após uma audiência na Comissão de Economia da Assembleia Legislativa sobre um projeto de resolução que recomenda ao Governo dos Açores a contratação do Laboratório Nacional de Engenharia Civil para a realização de uma auditoria técnica às obras do novo cais de passageiros e respetivo molhe do Porto da Horta.
Segundo o governante, os investimentos efetuados no Porto da Horta “foram alvo de ensaios em modelo reduzido ou em modelo matemático, onde foram aferidas as suas caraterísticas”, tendo como principal objetivo “melhorar a operacionalidade e a segurança no porto”.
O titular da pasta, defendeu ainda que "há várias vertentes no próprio porto em que essas melhorias são reconhecidas, e são significativas".
Referindo-se ao terminal de passageiros, na ocasião Vítor Fraga salientou que "o transporte de passageiros no Triângulo é uma realidade com um sucesso incontornável", referindo ainda que também as escalas dos navios de cruzeiros, segundo as estatísticas, revelam que “a esmagadora maioria acaba por atracar no terminal de passageiros da Horta, sendo o número de cruzeiros que acabam por fundear ao largo do porto muito reduzido, ou seja, a infraestrutura acaba por dar uma cabal resposta”.
No que se refere ao investimento previsto para o Porto da Horta, o governante adiantou que se trata de um investimento "muito importante” para “aumentar as condições de operacionalidade e de segurança do porto, numa procura permanente de melhoria contínua das infraestruturas que o Governo dos Açores tem vindo a seguir ao longo dos anos”.
Segundo o Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GACS) o Secretário Regional lembrou que, só em infraestruturas portuárias, desde 1996, o governo já investiu mais de 400 milhões de euros, sendo que, no caso concreto do Porto da Horta, “esse investimento foi de cerca de 70 milhões de euros, portanto, dá bem nota desta preocupação de investir não por investir, mas sim para conseguir atingir os resultados a que nos propomos”, assegurando a “melhoria das condições de operacionalidade e segurança das infraestruturas”, refere.
Neste contexto avançou ainda que “é preciso avançar com o projeto que está a ser concluído, proceder à sua revisão, isto no âmbito do novo investimento, e lançar a obra para que esta se concretize e possa beneficiar efetivamente todos os Faialenses, que é o que pretendemos”, avança o GACS, citando as declarações de Vítor Fraga.
A Direção Regional das Pescas quer apostar numa maior capacitação dos profissionais do setor através de parcerias com várias instituições, anunciou o diretor regional das Pescas, na entraga de diplomas a 19 finalista do curso de Acesso à Categoria de Pescador que decorreu, a passada semana, no Pico.
“A capacitação dos profissionais do setor não se resume apenas aos cursos de pescador ou de arrais de pesca”, afirmou Luís Rodrigues adiantando que, para tal “estão a ser desenvolvidas parcerias" com várias instituições com o objetivo de contribuir para a formação dos armadores e pescadores açorianos.
Nesse sentido, avançou ainda que a a Direção Regional das Pescas está a desenvolver várias iniciativas “orientadas para a formação e aprendizagem na comunidade piscatória".
Segundo nota do Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GACS), o governante acredita “no rejuvenescimento dos ativos da pesca na Região e na próxima geração de pescadores, mais preocupados não só com a sustentabilidade dos recursos, mas também com a otimização dos custos da atividade, e mais familiarizados com as tecnologias”.
Neste contexto, apontou a colaboração com a Direção Regional da Educação na preparação de ações de sensibilização para “fazer chegar às escolas informação sobre a importância de respeitar os oceanos e promover a sustentabilidade da pesca” e ainda cursos para “a escolarização e alfabetização de pescadores e armadores”, desenvolvidos em parceria com a Direção Regional de Emprego e Qualificação Profissional.
O governante lembrou também que a Direção Regional das Pescas, para além deste Curso de Pescador que decorreu no Pico, promoveu também um curso de formação em Condução de Motores, na Terceira, que permitiu certificar 55 pescadores.
“Para este ano estão ainda previstos cursos de pescador em São Miguel e na Graciosa, bem como cursos de formação em condução de motores nas ilhas do Pico, São Miguel e Graciosa, divulgou.
Já se encontra aberto o período para recepção de candidaturas a projectos de investimentos para o sector agrícola e instalção de jovens agricultores ao abrigo do Programa de Desenvolvimento Rural dos Açores PRORURAL+.
O anúncio foi feito a semana passada pelo o Governo dos Açores e o prazo para apresentação das candidaturas decorre até 29 de Setembro. Para este efeito foi disponibilizado um valor global de 4,8 milhões de euros de despesa pública.
As candidaturas estão abertas desde o dia 3 de Julho e devem ser feitas através de um formulário próprio, disponível no Portal do PRORURAL +, no endereço eletrónico http://proruralmais.azores.gov.pt.
Segundo informação do Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GACS), “desde 2014 e até 30 de abril de 2017 já foram aprovados, no âmbito do PRORURAL+, 470 projetos de investimento no setor agrícola no arquipélago, representando uma despesa pública de 34,4 milhões de euros”.
“No mesmo período, foram igualmente aprovados 109 investimentos ao nível da instalação de jovens agricultores, com um valor de despesa pública de 4,1 milhões de euros”, adianta a mesma fonte.
Ainda de acordo com o GACS “os investimentos feitos na modernização das infraestruturas agrícolas, bem como no rejuvenescimento do setor, são fundamentais para o contínuo desenvolvimento e crescimento dos Açores”.
A Câmara Municipal da Horta procedeu, na sua reunião do passado dia 14 de junho, à não adjudicação do concurso público respeitante à 1.ª Fase de execução da Requalificação Urbana da Frente Mar da cidade da Horta.
Este procedimento foi lançado pelo Município no dia 31 de março de 2017, através da publicação do respetivo anúncio no Diário da República. Segundo afirmou o Presidente da Câmara Municipal ao Tribuna das Ilhas, “o valor base deste concurso era de € 1.387.313,73, conforme o orçamento que tinha sido feito pelo gabinete que elaborou o respetivo projeto de execução”.
Após o decurso de todos os trâmites legais exigidos neste tipo de procedimento, a abertura das propostas ocorreu no dia 02 de Junho, tendo concorrido duas empresas, sendo que uma delas “não referiu preço” e a outra apresentou um preço de € 1.947.245,00, superior ao preço base estipulado.
Portanto, tendo o júri do concurso proposto no seu relatório a exclusão de ambos os concorrentes, a Câmara Municipal enquanto entidade adjudicante, refere o Presidente da Câmara “deliberou anular o respetivo concurso público. Nessa mesma reunião, o executivo camarário deliberou ainda proceder à abertura de um novo concurso, com um preço base superior, isto é, com o valor de € 1.491.000,00”.
A este propósito o edil camarário esclareceu que o aumento do preço base se deveu ao facto de se ter detetado que “uma parte do estacionamento e outra parte na frente da estalagem tinham preços abaixo”.
Por outro lado, adiantou que o Gabinete que elaborou o projeto está a proceder à sua revisão, retirando do mesmo tudo o que respeite a equipamentos (aquisição, remoção, colocação de mobiliário urbano e sinais de trânsito), assumindo o Município esse encargo e essa parte da obra.
Soube-se, entretanto, que a Câmara Municipal da Horta, no dia do fecho desta edição, lançou um novo concurso público para esta fase de execução da Frente Mar com um preço base de € 1. 491.276,36 e com um prazo de execução estimado de 300 dias, devendo os concorrentes apresentar as suas propostas no prazo de 36 dias a contar da data da publicação do referido anúncio.
No porto de pescas de Porto Formoso, à chegada de um passeio de Pesca Turismo realizado por uma embarcação licenciada para esta atividade, o Diretor Regional das Pescas Luís Rodrigues, salientou “a importância de divulgar as coisas positivas que a pesca pode oferecer”, acrescentando que “as comunidades piscatórias, com o seu património paisagístico e cultural, são por si só um produto da pesca que pode gerar rendimentos complementares à pesca profissional”, defendendo que “o contato com os turistas permite aos pescadores valorizar a sua profissão, enquanto transmitem ensinamentos ligados ao mar”.
Durante o desembarque dos turistas que participaram neste passeio, o Diretor Regional divulgou um folheto informativo sobre Pesca Turismo, produzido pela Direção Regional das Pescas, que pretende contribuir para a promoção desta atividade nos Açores.
“O Governo Regional tem incentivado atividades que tragam rendimentos complementares à pesca profissional”, disse, acrescentando, nesse sentido, que o Executivo açoriano “decidiu isentar os armadores das taxas da emissão de licença para a Pesca Turismo”.
Esta medida, aprovada em maio no Conselho do Governo, pretende incentivar esta atividade na Região, através da isenção do pagamento de taxas de emissão de licença, podendo cada armador beneficiar, uma vez, desta isenção, até 2020.
Segundo Luís Rodrigues, a Pesca Turismo, para além de criar um rendimento complementar para os profissionais da pesca, pretende divulgar as tradições do setor pesqueiro, tendo por referência a bem sucedida experiência de diversas regiões da União Europeia na promoção desta atividade.
“O sector da pesca deve aproveitar as oportunidades de rendimento criadas pelo crescimento do turismo nos Açores”, disse, referindo que, “segundo alguns armadores, tem-se registado uma procura crescente por parte dos turistas”.
Este evento contou também com a colaboração da Federação das Pescas dos Açores que pretende disseminar este produto pelas nove ilhas do arquipélago.
A ADELIAÇOR vai promover mais uma edição do Taste in Adegas - Uma Rota de Vinhos e Petiscos, na Ilha do Pico.
O Taste in Adegas apresenta-se já como um dos maiores eventos enogastronómicos dos Açores, no qual estarão em prova 15 vinhos de 5 produtores em quatro locais de prova.
A quinta edição do evento Taste in Adegas – um roteiro de adegas de “portas abertas” decorre de 7 a 9 de Julho e convida a todos os amantes da gastronomia e em particular dos vinhos da ilha do Pico, a viver uma experiência vínica única.
A edição deste ano conta com a participação de todos os produtores de vinho certificado da Ilha do Pico.
Em prova estarão os vinhos Cacarita branco e Buraca Wine licoroso da Adega a Buraca, Arinto dos Açores e Verdelho O Original, ambos vinhos brancos; e Tinto Vulcânico da Azores Wine Company.
A Fortunato Garcia apresenta os vinhos Czar licoroso meio doce e a Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico, o Terras de lava Rosé, Frei Gigante branco, Terras de lava Tinto e Lajido licoroso doce.
Já o produtor Curral Atlantis, coloca em prova o Curral Atlantis Rosé, Curral Atlantis Verdelho & Arinto dos Açores, branco, Curral Atlantis &MerlotCabernet e Curral Atlantis Syrah, ambos tintos; e Néctar dos Currais, licoroso
Durante os três dias do evento, os interessados em percorrer este roteiro de vinhos e petiscos, podem nos quatro locais de prova degustar os vinhos brancos, rosés, tintos e licorosos, que serão servidos em harmonização com petiscos seleccionados e confecionados pelos próprios produtores de vinho, com o apoio do Chef Sandro Meirelles, da Escola de Formação Turística e Hoteleira de Ponta Delgada.
Destaca-se o potencial gastronómico dos novos vinhos monocasta produzidos com as castas tradicionais dos Açores - Arinto dos Açores, Verdelho dos Açores e Terrantez do Pico, que têm vindo a ganhar cada vez mais prestígio, quer a nível nacional quer a nível europeu e mundial.
Os petiscos propostos visam sobretudo realçar as caraterísticas dos vinhos associando-os na perfeição à gastronomia açoriana sobretudo os produtos do mar: peixe e marisco.
Ao longo dos anos o evento tem aumentando o número de visitantes apreciadores de uma nova abordagem gastronómica que recria e reinventa os produtos e receitas dando-lhes maior enfase gastronómico quando conjugados com os vinhos locais.
Mais uma vez, a edição deste ano conta com a colaboração da Escola de Formação Turística e Hoteleira de Ponta Delgada e é co-financiado pelo PRORURAL+.