Tribuna das Ilhas

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07
julho

Sessão Comemorativa dos 184 anos da elevação da Horta de Vila a Cidade

Escrito por Tatiana Meirinho
O Municipio assinalou na noite de 04 de julho, em sessão solene realizada nos Paços do Concelho, masi uma aniversário da elevação da Horta a Cidade.
Foi um momento importante para homenagear diversas instituições e personalidades da ilha, que se destacaram ao longo dos anos pelo seu contributo na área social 
e cultural.
E, ao mesmo tempo, como acontece todos os anos, foram atribuidas a diversos funcionários da Câmara Municipal as respetivas medalhas pelos bons serviços prestados ao Municipio.    
 
No dia 4 de julho assinalou-se o 184º aniversário da elevação da Horta de Vila a Cidade com uma Sessão Solene que decorreu no Salão Nobre dos Passos do Concelho da Câmara Municipal da Horta. Na ocasião foram homenageados, por deliberação em Assembleia Municipal, vinte e uma entidades e pessoas pela sua ação, cultural e social, na vida do Concelho. 
José Leonardo Silva, Presidente da Câmara Municipal da Horta, deu início aos discursos da noite. No último aniversário a que preside do seu mandato de 2013-2017, revelou que ser autarca “é um dos exercícios cívicos mais desafiantes para qualquer cidadão, sobretudo numa cidade de um só concelho, como a nossa, onde as pessoas e os seus problemas nos tocam de uma forma especial e próxima”. No entanto, frisou que a sua equipa está e esteve ao longo dos quatro anos de mandato ciente do esforço necessário, realizando um trabalho árduo e contínuo, salientando que este trabalho “não ficou, nem podia ficar para o último dia, mas que acompanhou todos os dias destes últimos quatro anos”. 
Em jeito de resumo do seu mandato, José Leonardo Silva, salientou que não foram anos fáceis sobretudo “porque foi preciso dar a volta a um período marcado por grandes dificuldades, ultrapassando cortes infringidos aos orçamentos das autarquias, e os acréscimos das responsabilidades desprovidos de meios, às dificuldades acrescidas na gestão dos fundos comunitários”. Neste sentido, o autarca frisou que “graças ao processo mal conduzido não foram locadas verbas para intervir em estradas” sendo este um dos principais problemas do Município. 
Trilhar um caminho “estreito, claro e sem rodeios” foi a estratégia da autarquia para que fosse possível dar respostas positivas às pessoas.
O autarca relembrou que na área social retiraram partido das parcerias com os programas do governo regional “para devolver animo às nossas famílias e dando uma perspetiva de trabalho e sobretudo retorno financeiro que lhes dessem oportunidade de viver num período de grande dificuldade”. Frisou, também, nesta área, o plano de ação do Município junto das Juntas de Freguesia, que entende serem as principais aliadas da autarquia com a criação do fundo de investimento, e dos vários projetos que têm vindo a realizar, salientando o projeto “Presentes do Concelhos” com o reforço e aumento do número de ações nas freguesias, congregando esforços para apoiar as instituições e cidadãos em centenas de situações que pontualmente surgem. 
Do ponto de vista económico José Leonardo referiu que a altura exigia medidas neste sentido classificando as mesmas como “ medidas que fossem capazes de criar condições ao Concelho e desenvolvimento de projetos e ideias de negócio”, o Parque Empresarial livre de taxas inseriu-se nestas medidas e o autarca declarou que “ apesar das vozes de discordância, a verdade é que o Parque Empresarial já permitiu a alienação de cerca de 20 lotes, só neste mandato”. Para o autarca o parque empresarial é motivo de orgulho por ser capaz de receber o futuro matadouro da Horta, que dá resposta ao sector primário da ilha, com qualidade e certificação. Nesta área, além do Parque Empresarial, foi criado o Gabinete do Investidor, foram desafiados empresários de pequenas e médias empresas, e diminuíram o prazo médio dos processos, e principalmente reduziram o prazo de pagamento a fornecedores, terminando o ano de 2016 sem dividas aos fornecedores. 
José Leonardo frisou que o Faial esteve sempre em primeiro lugar, e foi este sentimento que levou o Município a reunir um conjunto de cidadãos para em conjunto com o autarca encontrar uma solução que permita dar consistência ao aumento da pista do aeroporto da Horta. 
A terminar, o autarca salientou, que numa altura em que o seu mandato caminha a passos largos para o seu fim, que “não gostaria que este discurso servisse para passar a ideia de que tudo está resolvido, e que as dificuldades acabaram” deixando o mote de que ainda há muito para fazer pelo Município.
Para Fernando Menezes, Presidente da Assembleia Municipal da Câmara Municipal da Horta, ao celebrar o Dia da Cidade, homenageia-se também todos aqueles que ao longo de muitos anos se dedicaram ao serviço do Município, e em particular aqueles que recentemente “através do voto popular assumiram o compromisso de zelar pelo nosso território e pelas nossas causas”. Neste sentido, aproveitou para neste dia saudar todos os autarcas que terminam em breve os seus mandatos, e a todos aqueles que se irão apresentar ao eleitorado no próximo mês de outubro. 
Aproveitou a ocasião para saudar em particular as Juntas de Freguesia que considera “ não terem o reconhecimento devido e sem a justa compensação financeira”, sendo o círculo administrativo mais pequeno e que resolvem muitos dos problemas quotidianos nas suas áreas de ação, bem como o Presidente e vereadores da CMH “ pelo seu incansável esforço em muitas situações, sem as quais seria mais difícil viver nesta cidade”, nomeando as questões das águas e resíduos, transportes e comunicação, emprego e solidariedade social e frisou “ entre tantas outras que têm de ser diariamente solucionadas, quase sempre com parcos recursos e por vezes com muita imaginação”.
Relativamente à Assembleia Munici-pal, Fernando Menezes, disse que este constituiu um ângulo forte do debate democrático e plural, onde foram manifestadas posições firmes sobre os principais problemas e dificuldades com que se debateram. Afirmou também que “a Assembleia Municipal da Horta foi dos espaços onde se cultivou o convívio, o respeito e urbanidade democrática”. Informou que até ao momento foram realizadas 18 reuniões plenárias, amplamente participadas por todas as freguesias da ilha, firmando-se sempre pelo que lhes competia, a autonomia pelo poder local, do respeito pela lei e pelos municípios do estado de direito. 
Fernando Menezes frisou ainda que “soubemos divergir muitas vezes, mas soubemos também ser solidários na defesa dos interesses mais prementes da ilha” nomeando as posições sobre o aeroporto da Horta, o porto da Horta e a saúde.  Fernando Menezes terminou o seu discurso fazendo um balanço positivo da atividade da Assembleia Municipal.
A Sessão terminou com a homenagem de 21 entidades e cidadãos que, pelas suas ações sociais e culturais na vida do Município tiveram reconhecimento neste dia:
 
Medalha de Mérito
Municipal: 
Clube Independente de Atletismo Ilha Azul
Núcleo do Faial do Corpo Nacional de Escutas
MicroHorta, Comércio e Informática, Lda.
Tripulantes dos Navios de Investigação Arquipélago e Águas Vivas
 
Medalha de Mérito
Municipal Dourada:
Equipa de Proximidade e Apoio à Vítima da   PSP  da   Horta 
Clube Recreio e Fraternidade
Comissão  de Proteção de Crianças e Jovens da Ilha do Faial
Guilherme Marinho Pinto de Sousa
João Carlos Lima Gomes Fraga (A título póstumo)
JoãoVictor da Rosa Mateus
Luís  Manuel  Cardoso  Chaby Lara (A   título  póstumo)   
Manuel Fernando Ramos de Vargas
Maria de Oliveira Dutra
Roberto da Costa Ponte 
Rui Dowling
Rui Manuel Baptista
Kirancumar
 
MEDALHA   DE   BONS   
SERVIÇOS MUNICIPAIS
 Categoria prateada os funcionários que cumprem até 4 de Julho de 217, 20 anos de serviço efetivo:
José Alberto Jorge Norte 
Manuel Fernando dos Santos Correia 
 
MEDALHA DE BONS SERVIÇOS MUNICIPAIS 
Categoria Dourada os funcionários que cumprem até 4 de julho de 2017, 30 anos de serviço efetivo:
Armando Manuel Medeiros da Costa 
Ilídio Paulo Garcia Correia 
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07
julho

Em memória

Escrito por Jorge Diniz

É, sem dúvida, em memória do meu Querido Amigo de infância e companheiro de todas as etapas das nossas vidas, João Carlos Fraga, de seu nome completo João Carlos Lima Gomes Fraga, que aqui volto às páginas deste Jornal, para atrever-me a propor que, para além de todas as merecidas e justas homenagens que lhe têm sido prestadas, se perpetue de forma relevante a memória deste nosso concidadão, cidadão do mundo, que ao mundo levou a nossa terra bem como para ela encaminhou esse mesmo mundo. O João Carlos Fraga foi, na nossa marcante geração de 60, o elemento que mais se destacou por todas as razões já bastamente referidas, por isso, aqui proponho que, em espaço nobre da Marina da Horta de sua paixão, seja erigido um elemento escultórico com o seu busto, a perpetuar a sua memória. Julgo ser este o melhor reconhecimento da herança que nos deixou e à sua terra!

Na primeira página deste renovado semanário Tribuna das Ilhas do dia 20 de Janeiro último, foi publicada a sua fotografia no seu ambiente favorito, a Marina e os seus “Aventureiros”, que bem poderia servir de modelo para o que acima me atrevo a propor.

Á Vossa consideração,

Em memória deste meu Querido Amigo, cujo desaparecimento prematuro me puxa a lágrima e aperta o nó na garganta pela muita saudade que me deixou.

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07
julho

Dabney Day celebra a história da cidade da Horta no século XIX

Escrito por ALRAA
No próximo dia 10 de julho será celebrado o Dabney Day. Para o efeito será lançado o Roteiro dos Dabney e será apresentada uma reconstituição histórica das vivências de jardim da família Dabney nos jardins da Cedars House, abertos entre as 19:00 e as 22:00. Pretende-se com este evento divulgar a história desta família que se cruza indissociavelmente com a memória da cidade da Horta.
O Roteiro dos Dabney desenvolve-se num dos enredos históricos mais importantes da ilha do Faial do séc. XIX. A família Dabney que ao longo de três gerações viveu na cidade da Horta contribuiu indubitavelmente para o desenvolvimento económico e social da ilha do Faial e dos Açores durante86 anos. Este Roteiro transporta-nos para essa época, percorrendo as residências e os locais de eleição desta família, quer para os negócios, quer simplesmente para a prática de lazer.
O evento na CedarsHouse é aberto ao público e enquadra-se no projeto Parlamento Presente, uma iniciativa cuja premissa é a aproximação do Parlamento aos cidadãos bem como destes ao Parlamento.Produzido em colaboração com a Associação Música Vadia, este evento pretende dar a conhecer uma das principais referências arquitetónicas da ilha do Faial, um edifício erguido em 1851 por John Pomeroy Dabney, filho do 2º. Cônsul dos EUA nos Açores, Charles William Dabney. A partir das 19:00 o público terá a oportunidade de integrar uma visita guiada aos jardins da CedarsHouse, assistindo a diversas encenações e reproduções históricas da vivência dos Dabney nos seus jardins. Cada visita guiada tem a duração de 30 minutos e tem o número máximo de 50 pessoas. 
Com o alto contributo deHester Anne Howland e Judith Forbes Howland, descendentes diretas da família Dabney do Faial - netas de Rose Dabney Forbes, este Roteiro começou a ganhar forma.Através da Casa dos Dabney a divulgação da história da família Dabneydecorrerá das várias iniciativas que se irão desenvolver, contando-se entre elas, o lançamento de um álbum fotográfico e um teatro itinerante para o 1º ciclo de escolaridade.
Este projeto resulta da parceria de várias entidades que são agora detentoras e proprietárias do legado da família Dabney e que pretendem criar sinergias e dinâmicas culturais que divulguem a história e o património imóvel da cidade da Horta eque são: oParque Natural do Faial,a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, a Câmara Municipal da Horta, António Mota - presidente da Mota-Engil,o Castelinho,a Casa do Povo do Capelo, a Portos dos Açores, S.A., a Alfândega da Horta e a empresa Oceanic e SGPS, S.A.
 
 
 
 
 

 

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07
julho

Governo alarga gasóleo colorido às viaturas utilizadas na pesca

Escrito por SG/GACS

As viaturas utilizadas nas pescas vão passar a estar abrangidas pelo diploma que estabelece o Sistema de Fiscalização e Controlo do Abastecimento do Gasóleo à Agricultura e à Pesca nos Açores.

O anúncio foi feito pelo Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia no final de uma audição na Comissão de Economia da Assembleia Legislativa sobre a alteração deste diploma, adiantando que para tal será necessário “elaborar o diploma e proceder a uma discussão prévia com o setor”, para que “ainda durante este ano seja possível pôr em prática esta medida”.

Para Gui Menezes “o alargamento do gasóleo colorido ou marcado aos veículos ligados à atividade da pesca permite aos armadores a diminuição de custos operacionais”.

O governante acrescentou ainda que com esta medida “os armadores e pescadores vão ter benefícios em termos de rendimento”.

 “Esta medida deverá beneficiar diretamente 175 armadores e, indiretamente, 1.750 pescadores”, adiantou Gui Menezes.

Segundo o titular da pasta, “os custos operacionais, como a aquisição de gasóleo, são, normalmente, tirados do ‘monte’, ou seja, dos rendimentos obtidos com a venda do pescado”, salientando que a redução dos custos operacionais permite aumentar o montante disponível para ser distribuído por todos os pescadores da embarcação.

O gasóleo rodoviário custa 1,18 euros por litro enquanto o gasóleo colorido ou marcado para a pesca custa 48 cêntimos, o que significa que, com esta medida, os armadores irão poupar cerca de 70 cêntimos por litro no abastecimento das carrinhas utilizadas na atividade da pesca.

De acordo com o governante “podem beneficiar desta medida, à semelhança do que já acontece para o setor agrícola, veículos destinados ao apoio da atividade da pesca, nomeadamente ao transporte de tripulações e equipamentos de pesca entre portos, lotas, postos de recolha e casas de aprestos.

O sistema de fiscalização e controlo do abastecimento de gasóleo à agricultura e à pesca dos Açores foi criado em 2014, tendo o gasóleo colorido ou marcado sido implementado na Região em 2015.

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07
julho

Investimentos no Porto da Horta “visaram melhorar a operacionalidade”

Escrito por SG/GACS

A garantia foi dada pelo Secretário Regional dos Transportes e Obras Públicas, Vítor Fraga após uma audiência na Comissão de Economia da Assembleia Legislativa sobre um projeto de resolução que recomenda ao Governo dos Açores a contratação do Laboratório Nacional de Engenharia Civil para a realização de uma auditoria técnica às obras do novo cais de passageiros e respetivo molhe do Porto da Horta.

Segundo o governante, os investimentos efetuados no Porto da Horta “foram alvo de ensaios em modelo reduzido ou em modelo matemático, onde foram aferidas as suas caraterísticas”, tendo como principal objetivo “melhorar a operacionalidade e a segurança no porto”.

O titular da pasta, defendeu ainda que "há várias vertentes no próprio porto em que essas melhorias são reconhecidas, e são significativas".

Referindo-se ao terminal de passageiros, na ocasião Vítor Fraga salientou que "o transporte de passageiros no Triângulo é uma realidade com um sucesso incontornável", referindo ainda que também as escalas dos navios de cruzeiros, segundo as estatísticas, revelam que “a esmagadora maioria acaba por atracar no terminal de passageiros da Horta, sendo o número de cruzeiros que acabam por fundear ao largo do porto muito reduzido, ou seja, a infraestrutura acaba por dar uma cabal resposta”.

No que se refere ao investimento previsto para o Porto da Horta, o governante adiantou que se trata de um investimento "muito importante” para “aumentar as condições de operacionalidade e de segurança do porto, numa procura permanente de melhoria contínua das infraestruturas que o Governo dos Açores tem vindo a seguir ao longo dos anos”.

Segundo o Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GACS) o Secretário Regional lembrou que,  só em infraestruturas portuárias, desde 1996, o governo já investiu mais de 400 milhões de euros, sendo que, no caso concreto do Porto da Horta, “esse investimento foi de cerca de 70 milhões de euros, portanto, dá bem nota desta preocupação de investir não por investir, mas sim para conseguir atingir os resultados a que nos propomos”, assegurando a “melhoria das condições de operacionalidade e segurança das infraestruturas”, refere.

Neste contexto avançou ainda que “é preciso avançar com o projeto que está a ser concluído, proceder à sua revisão, isto no âmbito do novo investimento, e lançar a obra para que esta se concretize e possa beneficiar efetivamente todos os Faialenses, que é o que pretendemos”, avança o GACS, citando as declarações de Vítor Fraga.

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07
julho

Direção Regional das Pescas aposta em ações para capacitação de pescadores

Escrito por SG/GACS

A Direção Regional das Pescas quer apostar numa maior capacitação dos profissionais do setor através de parcerias com várias instituições, anunciou o diretor regional das Pescas, na entraga de diplomas a 19 finalista do curso de Acesso à Categoria de Pescador que decorreu, a passada semana, no Pico.

“A capacitação dos profissionais do setor não se resume apenas aos cursos de pescador ou de arrais de pesca”, afirmou Luís Rodrigues adiantando que,  para tal “estão a ser desenvolvidas parcerias" com várias instituições com o objetivo de contribuir para a formação dos armadores e pescadores açorianos.

Nesse sentido, avançou ainda que a a Direção Regional das Pescas está a desenvolver várias iniciativas “orientadas para a formação e aprendizagem na comunidade piscatória".

Segundo nota do Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GACS), o governante acredita “no rejuvenescimento dos ativos da pesca na Região e na próxima geração de pescadores, mais preocupados não só com a sustentabilidade dos recursos, mas também com a otimização dos custos da atividade, e mais familiarizados com as tecnologias”.

Neste contexto, apontou a colaboração com a Direção Regional da Educação na preparação de ações de sensibilização para “fazer chegar às escolas informação sobre a importância de respeitar os oceanos e promover a sustentabilidade da pesca” e ainda cursos para “a escolarização e alfabetização de pescadores e armadores”, desenvolvidos em parceria com a Direção Regional de Emprego e Qualificação Profissional.

O governante lembrou também que a Direção Regional das Pescas, para além deste Curso de Pescador que decorreu no Pico, promoveu também um curso de formação em Condução de Motores, na Terceira, que permitiu certificar 55 pescadores.

“Para este ano estão ainda previstos cursos de pescador em São Miguel e na Graciosa, bem como cursos de formação em condução de motores nas ilhas do Pico, São Miguel e Graciosa, divulgou.

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07
julho

Aberto período de candidaturas para apoios ao investimento agrícola e instalação de jovens agricultores

Escrito por SG/GACS

Já se encontra aberto o período para recepção de candidaturas a projectos de investimentos para o sector agrícola e instalção de jovens agricultores ao abrigo do Programa de Desenvolvimento Rural dos Açores PRORURAL+.

O anúncio foi feito a semana passada pelo o Governo dos Açores e o prazo para apresentação das candidaturas decorre até 29 de Setembro. Para este efeito foi disponibilizado um valor global de 4,8 milhões de euros de despesa pública.

As candidaturas estão abertas desde o dia 3 de Julho e devem ser feitas através de um formulário próprio, disponível no Portal do PRORURAL +, no endereço eletrónico http://proruralmais.azores.gov.pt.

Segundo informação do Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GACS), “desde 2014 e até 30 de abril de 2017 já foram aprovados, no âmbito do PRORURAL+, 470 projetos de investimento no setor agrícola no arquipélago, representando uma despesa pública de 34,4 milhões de euros”.

“No mesmo período, foram igualmente aprovados 109 investimentos ao nível da instalação de jovens agricultores, com um valor de despesa pública de 4,1 milhões de euros”, adianta a mesma fonte.

Ainda de acordo com o GACS “os investimentos feitos na modernização das infraestruturas agrícolas, bem como no rejuvenescimento do setor, são fundamentais para o contínuo desenvolvimento e crescimento dos Açores”.

 

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30
junho

1.ª fase da execução da Frente Mar - Câmara Municipal anula concurso e lança novo concurso

Escrito por João Paulo Pereira

A Câmara Municipal da Horta procedeu, na sua reunião do passado dia 14 de junho, à não adjudicação do concurso público respeitante à 1.ª Fase de execução da Requalificação Urbana da Frente Mar da cidade da Horta.

Este procedimento foi lançado pelo Município no dia 31 de março de 2017, através da publicação do respetivo anúncio no Diário da República. Segundo afirmou o Presidente da Câmara Municipal ao Tribuna das Ilhas, “o valor base deste concurso era de € 1.387.313,73, conforme o orçamento que tinha sido feito pelo gabinete que elaborou o respetivo projeto de execução”.
Após o decurso de todos os trâmites legais exigidos neste tipo de procedimento, a abertura das propostas ocorreu no dia 02 de Junho, tendo concorrido duas empresas, sendo que uma delas “não referiu preço” e a outra apresentou um preço de € 1.947.245,00, superior ao preço base estipulado.
Portanto, tendo o júri do concurso proposto no seu relatório a exclusão de ambos os concorrentes, a Câmara Municipal enquanto entidade adjudicante, refere o Presidente da Câmara “deliberou anular o respetivo concurso público. Nessa mesma reunião, o executivo camarário deliberou ainda proceder à abertura de um novo concurso, com um preço base superior, isto é, com o valor de € 1.491.000,00”.
A este propósito o edil camarário esclareceu que o aumento do preço base se deveu ao facto de se ter detetado que “uma parte do estacionamento e outra parte na frente da estalagem tinham preços abaixo”.
Por outro lado, adiantou que o Gabinete que elaborou o projeto está a proceder à sua revisão, retirando do mesmo tudo o que respeite a equipamentos (aquisição, remoção, colocação de mobiliário urbano e sinais de trânsito), assumindo o Município esse encargo e essa parte da obra.
Soube-se, entretanto, que a Câmara Municipal da Horta, no dia do fecho desta edição, lançou um novo concurso público para esta fase de execução da Frente Mar com um preço base de € 1. 491.276,36 e com um prazo de execução estimado de 300 dias, devendo os concorrentes apresentar as suas propostas no prazo de 36 dias a contar da data da publicação do referido anúncio.

 

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30
junho

Pesca Turismo valoriza profissão de pescador

Escrito por TI/GACS

No porto de pescas de Porto Formoso, à chegada de um passeio de Pesca Turismo realizado por uma embarcação licenciada para esta atividade, o Diretor Regional das Pescas Luís Rodrigues, salientou “a importância de divulgar as coisas positivas que a pesca pode oferecer”, acrescentando que “as comunidades piscatórias, com o seu património paisagístico e cultural, são por si só um produto da pesca que pode gerar rendimentos complementares à pesca profissional”, defendendo que “o contato com os turistas permite aos pescadores valorizar a sua profissão, enquanto transmitem ensinamentos ligados ao mar”.

Durante o desembarque dos turistas que participaram neste passeio, o Diretor Regional divulgou um folheto informativo sobre Pesca Turismo, produzido pela Direção Regional das Pescas, que pretende contribuir para a promoção desta atividade nos Açores.
“O Governo Regional tem incentivado atividades que tragam rendimentos complementares à pesca profissional”, disse, acrescentando, nesse sentido, que o Executivo açoriano “decidiu isentar os armadores das taxas da emissão de licença para a Pesca Turismo”.
Esta medida, aprovada em maio no Conselho do Governo, pretende incentivar esta atividade na Região, através da isenção do pagamento de taxas de emissão de licença, podendo cada armador beneficiar, uma vez, desta isenção, até 2020.
Segundo Luís Rodrigues, a Pesca Turismo, para além de criar um rendimento complementar para os profissionais da pesca, pretende divulgar as tradições do setor pesqueiro, tendo por referência a bem sucedida experiência de diversas regiões da União Europeia na promoção desta atividade.
“O sector da pesca deve aproveitar as oportunidades de rendimento criadas pelo crescimento do turismo nos Açores”, disse, referindo que, “segundo alguns armadores, tem-se registado uma procura crescente por parte dos turistas”.
Este evento contou também com a colaboração da Federação das Pescas dos Açores que pretende disseminar este produto pelas nove ilhas do arquipélago. 

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30
junho

ADELIAÇOR promove Taste in Adegas no Pico

Escrito por SG/Adeliaçor

A ADELIAÇOR vai promover mais uma edição do Taste in Adegas - Uma Rota de Vinhos e Petiscos, na Ilha do Pico.

O Taste in Adegas apresenta-se já como um dos maiores eventos enogastronómicos dos Açores, no qual estarão em prova 15 vinhos de 5 produtores em quatro locais de prova.
A quinta edição do evento Taste in Adegas – um roteiro de adegas de “portas abertas” decorre de 7 a 9 de Julho e convida a todos os amantes da gastronomia e em particular dos vinhos da ilha do Pico, a viver uma experiência vínica única.
A edição deste ano conta com a participação de todos os produtores de vinho certificado da Ilha do Pico.
Em prova estarão os vinhos Cacarita branco e Buraca Wine licoroso da Adega a Buraca, Arinto dos Açores e Verdelho O Original, ambos vinhos brancos; e Tinto Vulcânico da Azores Wine Company.
A Fortunato Garcia apresenta os vinhos Czar licoroso meio doce e a Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico, o Terras de lava Rosé, Frei Gigante branco, Terras de lava Tinto e Lajido licoroso doce.
Já o produtor Curral Atlantis, coloca em prova o Curral Atlantis Rosé, Curral Atlantis Verdelho & Arinto dos Açores, branco, Curral Atlantis &MerlotCabernet e Curral Atlantis Syrah, ambos tintos; e Néctar dos Currais, licoroso
Durante os três dias do evento, os interessados em percorrer este roteiro de vinhos e petiscos, podem nos quatro locais de prova degustar os vinhos brancos, rosés, tintos e licorosos, que serão servidos em harmonização com petiscos seleccionados e confecionados pelos próprios produtores de vinho, com o apoio do Chef Sandro Meirelles, da Escola de Formação Turística e Hoteleira de Ponta Delgada.
Destaca-se o potencial gastronómico dos novos vinhos monocasta produzidos com as castas tradicionais dos Açores - Arinto dos Açores, Verdelho dos Açores e Terrantez do Pico, que têm vindo a ganhar cada vez mais prestígio, quer a nível nacional quer a nível europeu e mundial.
Os petiscos propostos visam sobretudo realçar as caraterísticas dos vinhos associando-os na perfeição à gastronomia açoriana sobretudo os produtos do mar: peixe e marisco.
Ao longo dos anos o evento tem aumentando o número de visitantes apreciadores de uma nova abordagem gastronómica que recria e reinventa os produtos e receitas dando-lhes maior enfase gastronómico quando conjugados com os vinhos locais.
Mais uma vez, a edição deste ano conta com a colaboração da Escola de Formação Turística e Hoteleira de Ponta Delgada e é co-financiado pelo PRORURAL+. 

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