Tribuna das Ilhas

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30
novembro

Orçamento da Região para 2019 - Líder Parlamentar do PS diz que os Orçamentos beneficiaram a vida dos Açorianos

Escrito por João Paulo Pereira

O Presidente do Grupo Parlamentar do PS/Açores André Bradford considerou que a concretização de planos anteriores elaborados por governos do Partido Socialista, trouxeram benefícios para a vida dos açorianos e que isso mesmo “está à vista” e faz diferença na vida das pessoas”. 

Esta conclusão foi expressa no final de uma ronda de reuniões e visitas realizadas para preparação do debate do Plano e Orçamento para o ano de 2019.
Para André Bradford “muitas vezes os debates sobre o Plano e Orçamento são marcados por uma grande oposição político-partidária e por disputas, e as pessoas ficam com a ideia de que, o que se está a discutir não é relevante para as suas vidas”.
No entanto, como fez questão de salientar o Líder Parlamentar em vésperas do debate sobre o Orçamento dos Açores para 2019, depois das iniciativas realizadas, em áreas como a Saúde, o Emprego, o Turismo, as Políticas Sociais e a Educação, “há um conjunto de investimentos que vão sendo concretizados”.
A importância da primeira creche em Água de Pau, freguesia onde foi criado o primeiro centro de atividades de tempos livres inclusivo de São Miguel, as melhorias no Lar Luís Soares de Sousa, que recentemente aumentou a sua capacidade de oferta, os miradouros que estão a ser requalificados, foram alguns dos exemplos referidos pelo líder parlamentar.
Em resposta aqueles que criticam as obras, André Bradford recordou que há projetos “que precisam do cimento para ser feitos, entendendo que a reprodutividade desse tipo de investimentos públicos não deve ser medida por uma folha de cálculo, mas sim pelos “efeitos positivos” que trazem a médio prazo para as comunidades, como por exemplo, “na escolarização e na evolução sociocultural”.
Para o Grupo Parlamentar do PS, conforme refere André Bradford, o Plano e Orçamento de 2019 é “o documento é sempre um documento em aberto e, portanto, estamos disponíveis para o diálogo interpartidário como sempre estivemos – não houve um ano nesta legislatura, e em legislatura anteriores, que não tivéssemos aprovado propostas de alteração da oposição”.
Refere, ainda, que, como acontece todos os anos, o Grupo Parlamentar vai dar os seus contributos para melhorar o Plano e Orçamento, nomeadamente quanto à qualificação e segurança no emprego.
André Bradford admitiu que a abertura para o diálogo tem tido resultados positivos com alguma oposição, mas não com toda.
“Não temos sido acompanhados pelo maior partido da oposição que, ainda antes de se começar o debate do Plano e Orçamento em Plenário, já disse que vai votar contra”. O líder parlamentar considera que esta “recusa” antecipada traduz a pouca importância que têm as propostas do PSD, “porque se tivessem, se fossem relevantes”, o PSD estaria disponível para o diálogo e alteraria o seu sentido de voto. 

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29
novembro

Aquário do Porto Pim - Programa Parque Escola apresenta livro 'O incompreendido Tubarão João'

Escrito por Susana Garcia/Gacs

 No âmbito do programa Parque Escola foi apresentado no Aquário  de Porto Pim o livro 'O incompreendido Tubarão João'.

A obra foi elaborada por Paula Vieira e Alejandro Vila, colaboradores da Estação de Peixes Vivos.

 

O Programa Parque Escola, implementado pela Direção Regional do Ambiente, da Secretaria Regional da Energia, Ambiente e Turismo, através da ação dos Serviços Educativos dos Parques Naturais de Ilha, a Rede Regional de Ecotecas e a Rede de Centros Ambientais dos Açores, tem por objetivo promover a Educação e Sensibilização Ambiental dos Açores nas escolas.

No âmbito deste programa foi apresentado esta semana o livro 'O incompreendido Tubarão João', elaborado por Paula Vieira e Alejandro Vila, colaboradores do Aquário do Porto Pim - Estação de Peixes Vivos, na Horta.

O evento contou com a presença da Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo. Na ocasião Marta Guerreiro salientou que “este livro nasceu da necessidade de criar um recurso que, de forma lúdica, descontraída e cativante, motivasse os mais jovens para aprendizagens relacionadas com o ambiente e a conservação da biodiversidade marinha da nossa Região, bem como sobre as ameaças de poluição, onde o plástico se constitui com um dos principais problemas”.

Segundo uma nota do Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GACS), “as dinâmicas de leitura e exploração deste recurso já abrangeram cerca de 250 alunos e mais de três dezenas de professores, através das atividades e leituras realizadas em mais de 15 sessões pelo Aquário do Porto Pim.

Para Marta Guerreiro “este é mais um recurso educativo que passará a estar disponível para o público em geral e pode ser adquirido em vários Centros Ambientais dos Açores, nomeadamente naqueles que abordam a temática do mar”, afirmou.

A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo destacou ainda o Parque Escola como programa de "referência” na promoção da educação ambiental, adiantando que, no ano letivo 2017/2018, promoveu mais de 1.000 atividades, entre elas, 'o parque vai à escola' ou 'a escola vai às áreas protegidas', que atingiram mais de 21 mil participantes.

Segundo a governante “o Governo dos Açores tem desenvolvido, implementado e dinamizado uma estratégia que se baseia na importância da educação ambiental, como ponto de partida para a disseminação e troca de informações sobre o nosso vasto e rico património natural, parte integrante da nossa identidade”, frisou.

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30
novembro

Orçamento do Estado 2019 - CDS/Faial apresenta propostas para o Faial que ultrapassam os 2,5 milhões de euros

Escrito por SG

Num comunicado enviado às redações, a Comissão Política do CDS Faial avança que em colaboração com o Presidente do Partido, com o Grupo Parlamentar do CDS na ALRAA e com o Grupo Parlamentar do CDS na Assembleia da República, elaborou “um conjunto de propostas para investimentos na ilha do Faial que ultrapassam os 2,5 milhões de euros e serão submetidas à votação no Orçamento do Estado para 2019 (OE)”.

Assim, para o próximo ano, foram apresentadas como propostas de alteração, “a inscrição da verba 360 mil euros para a contratação de pessoal docente para o curso de Ciências do Mar da Universidade dos Açores, no polo da Horta, 250 mil euros para a reabilitação do estabelecimento prisional da Horta e 2 milhões de euros para dar início às obras de ampliação do aeroporto da Horta”, revela a Comissão.
Segundo Rui Martins “a pertinência da introdução de uma dotação orçamental para a ampliação do Aeroporto da Horta, prende-se com o facto de na Lei Geral do Orçamento aparecer um artigo a mencionar a dita ampliação, mas que não é consequente no mapa de investimentos”, afirmou acrescentando que “para o CDS não basta apresentar um rol de intenções”.
Para o Presidente da concelhia do Faial tendo em conta “o avançado estado de degradação do Estabele-cimento Prisional da Horta, é inadmissível que o OE para 2019 não contemple qualquer medida que contrarie as condições degradantes do edifício, que não garantem o mínimo de segurança, quer para os guardas-prisionais, quer para os próprios reclusos”, defendeu.
Por outro lado, adianta ainda que “a breve trecho, a Licenciatura em Ciências do Mar irá sofrer uma reformulação e é já uma pretensão antiga o seu funcionamento na ilha do Faial.
Considerando que estão a ser reunidas na cidade da Horta importantes infraestruturas do estudo do mar, considerando o caráter tripolar da Universidade dos Açores (UA) e atendendo a que o único obstáculo à concretização do referido curso é a contratação do corpo docente composto por quatro professores, impõe-se desta forma a necessária orçamentação dos custos decorrentes da sua contratação. Esta medida consagra a tripolaridade da Universidade dos Açores, estendendo o ensino ao pólo da Horta e representa um estímulo para a economia da ilha do Faial”, sustentou.
A Comissão Política do CDS/Faial congratula-se também “com a abertura e disponibilidade demonstrada pelos seus parlamentares para, conjuntamente, concretizar propostas relevantes para a nossa ilha”, salientando que “estaremos particularmente atentos à evolução destas propostas e à apreciação que será feita pelos eleitos locais à Assembleia da República”.

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30
novembro

EXTREME WEST ATLANTIC TRAIL - Dário Moitoso conquista o segundo lugar na Taça de Portugal de Trail

Escrito por Susana Garcia

O atleta faialense Dário Moitoso conquistou o segundo lugar na Taça de Portugal de Trail que decorreu na Ilha das Flores.

Organizado pelo Azores Trail Run®, o Extreme West Atlantic juntou mais de duas centenas de atletas e acompanhantes na ilha das Flores, no primeiro evento de trail running a decorrer no Grupo Ocidental.

Decorreu no passado sábado, dia 24 de novembro de 2018, na Ilha das Flores, a primeira edição do Extreme West Atlantic Trail.
A prova ficou marcada pelas condições meteorológicas adversas, com bastante nevoeiro e muita chuva que tornaram a competição ainda mais dura e estimulante para os cerca de 130 atletas presentes, distribuídos pela prova aberta e pela prova a contar para a Taça de Portugal de Trail 2018, que integraram o evento.
Em termos competitivos o faialense, Dário Moitoso, do Clube Independente de Atletismo Ilha Azul (CIAIA), sagrou-se o vice-campeão da Taça de Portugal ao completar os 36kms da prova em 03h30m32s, mais 06m12s que Luís Semedo, que foi o primeiro a terminar com o tempo de 03h24m19s.
O pódio ficou fechado com o atleta Tiago Romão, do Clube de Praças da Armada, que concluiu a prova em 03h32m06s.
No sector feminino, Inês Moreira foi a mais rápida. A atleta precisou de 04h36m50s para percorrer o precurso.
No que diz respeito à prova aberta, os mais rápidos foram Patrício Patrício, em masculinos e Tetyana Vakulyuk, em femininos.
Na Taça de Portugal, participaram ainda os atletas faialenses do CIAIA, José Baptista que terminou no 13.º lugar da geral, Marcelo e Francisco Salgueiro, que ocuparam o 17.º e 38.º lugar respetivamente e Carla Pereira que fez a prova em 07h09m34s.
Nesta estreia da organização Azores Trail Run® no Grupo Ocidental dos Açores, o diretor de prova, reconheceu que se tratou de um enorme desafio, mas faz um balanço bastante positivo do evento, apesar de todas as dificuldades logísticas associadas à montagem de uma prova com estas dimensões numa ilha como as Flores, onde o efeito da insularidade se faz sentir de forma particularmente acentuada. “Todos os desafios a que a organização se colocou com este evento foram superados, principalmente graças à equipa de voluntários que nos tem vindo a acompanhar nos diversos eventos já realizados e ao empenho de todos os voluntários que abraçaram este projeto na ilha das Flores, com especial destaque para o recém criado Morro Alto Sport Clube”, registou Mário Leal.
“A capacidade que o Azores Trail Run® tem demonstrado em agregar as comunidades locais à volta dos seus eventos volta, desta forma, a sair fortalecida”, defendeu o responsável.
O Azores Trail Run® - Extreme West Atlantic Trail contou com o alto patrocínio do Governo Regional dos Açores, e também com os apoios das Câmaras Municipais de Santa Cruz e Lajes das Flores e da Cooperativa Ocidental.
O Extreme West Atlantic é o quarto evento da marca Azores Trail Run® que tem agora a responsabilidade organizar eventos de trail em cinco das nove ilhas dos Açores.
Este foi também o último evento Azores Trail Run® a decorrer em 2018. O ano de 2019 arranca com o Columbus Trail, na ilha de Santa Maria, a 2 de fevereiro, seguindo-se a Whalers’ Great Route Ultratrail®, principal evento desta organização, agendado para o último fim de semana de maio, na ilha do Faial. 

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23
novembro

Desporto - Inaugurado primeiro Centro de Marcha e Corrida do Triângulo

Escrito por Susana Garcia

O Faial já tem um Centro de Marcha e Corrida. O primeiro equipamento deste género no Triângulo foi inaugurado no Parque da Alagoa e tem porobjetivo promover a prática desportiva na ilha.

O Centro de Marcha e Corrida do Faial, o primeiro do género nas ilhas do Triângulo, foi inaugurado no passado sábado, dia 17 de Novembro, no Parque da Alagoa, num investimento do município de cerca de 40 mil euros.
A manhã começou com uma cerimónia protocolar, que marcou a abertura do espaço, que contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal da Horta (CMH), José Leonardo Silva, do Vice-Presidente do Clube Independente de Atletismo Ilha Azul (CIAIA), Mário Leal, do Vice-presidente da Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) Luís Fernandes, do modelo Ricardo Guedes e do atleta paralímpico Jorge Pina.
Segundo José Leonardo Silva trata-se de “mais uma infraestrutura que o município proporciona aos cidadãos”, com vista a “promover a prática desportiva na ilha do Faial e a melhoria dos índices de saúde mental e física” no concelho.
O autarca considerou que a localização deste Centro, perto da praia da Conceição, junto à piscina e enquadrado no Parque da Alagoa, “com o seu ginásio ao ar livre e campo de jogos”, permite que este espaço se “torne num verdadeiro núcleo desportivo, propício à prática desportiva e à criação de uma mobilidade sustentável”, dirigido a todas as faixas etárias.
O presidente da autarquia explicou que “o surgimento deste espaço é uma consequência natural de outros projetos, de carácter intergeracional” levados a cabo pelo município, tais como a “fisioterapia, a nutrição e a hidroginástica nos centros de convívio”, a que se junta a introdução da atividade física nos ATL’s do concelho.
José Leonardo Silva, destacou ainda a parceria com o CIAIA, lembrando que este clube tem sido “responsável pela promoção da Horta, ao nível do trail”. Neste contexto, o edil acredita que “este Centro pode dar ainda outra dimensão a esta atividade e ser uma peça essencial para atrair à ilha do Faial grandes eventos desportivos, ao longo de todo o ano, em especial na época baixa”, de forma a dinamizar a economia local.
A concluir a sua intervenção o presidente do executivo camarário deixou também uma palavra de agradecimento à FPA, na medida em que, com a formalização deste Centro, ajudou “a transportar para este local, os conceitos, as dinâmicas e as regras de funcionamento de um espaço que quer pôr a mexer, que quer contribuir para uma vida mais ativa”, afirmou.
Na ocasião, Mário Leal, em representação do CIAIA enalteceu a visão que o Presidente da CMH teve quando numa reunião lhe apresentou a ideia de ocupar este espaço com um Centro de Marcha e Corrida.
O Vice-Presidente do CIAIA, no uso da palavra, adiantou que este centro de Marcha e Corrida é o resultado de uma parceria entre a CMH e o Clube de Atletismo Ilha Azul, cujo objetivo é “promover hábitos ativos de vida saudável dentro da população do concelho. Promover a prática regular de marcha/caminhada e de corrida com aconselhamento técnico adequado, com o objetivo de combater o sedentarismo, a obesidade e promover o aumento da qualidade de vida da população da ilha”.
Para Mário Leal, diretor de prova do Azores Trail Run e impulsionador da modalidade na ilha, “este equipamento vem na sequência de dar reposta, de forma acompanhada, à tendência consolidada de corrida na ilha”.
“Nós estamos numa ilha em que há muita atividade física, há muita corrida, muita caminhada, nós vemos a qualquer hora do dia, da noite e até de madrugada alguém a fazer atividade física no exterior”, observou Mário Leal.
De acordo com o representante do CIAIA, paralelamente à atividade física, este Centro pretende “dar a conhecer à população e a quem nos visita, quer em trabalho, quer em turismo, os percursos homologados existentes na ilha, ou seja, dar a conhecer onde é que as pessoas podem tirar partido da Ilha e da cidade para praticarem desporto”.
“Pretendemos mostrar às pessoas da própria Ilha, que temos percursos fantásticos que podem ser utilizados. Muitas vezes as pessoas locais desconhecem os nossos trilhos”, sustentou.
“Pretende-se que o Centro seja para as pessoas de cá, para quem nos visita e que contribua efetivamente para a melhoria da qualidade de vida e da saúde das pessoas da nossa ilha”, sustentou Mário Leal.
No seu uso da palavra o Vice-presidente da FPA, lembrou que o programa Nacional de Marcha e Corrida (PNMC) começou com um projeto que a Federação Portuguesa apresentou ao Instituto Português do Desporto e Juventude - IPDJ, “há cerca de 15 anos e que foi abraçado até aos dias de hoje”.
Neste contexto, Luís Fernandes saudou o poder central e os decisores por manterem ativo este programa. “Os governos vão mudando e este programa não, continua com uma forte implementação. Temos cerca de 65 centros de marcha e corrida espalhados pelo país que movem milhares de pessoas”, disse.
“Esta é uma parceria do IPDJ, com a FPA, as Associações Regionais e obviamente com os municípios, na medida em que é focado nas famílias e não tem, nem nunca terá um objetivo competitivo”, afirmou Luís Fernandes.
“Como sabem Portugal apesar de todas estas iniciativas em termos de união europeia, continua muitos quilómetros atrás daquilo que se faz noutros países. A nossa população não tem o hábito da prática desportiva. Portanto este programa tem essa valência”, sustentou.
O Vice-Presidente da FPA, também reforçou a ideia que este Centro é focado nas famílias, com a particularidade de permitir o acompanhamento técnico, com percursos adaptados à capacidades de cada um dos utilizadores.
Os Centros de Marcha e Corrida são equipamentos destinados todas as pessoas que desejem iniciar a atividade física através da caminhada, intensificar a atividade física passando gradualmente da caminhada para a corrida ou que já correm habitualmente, mas que desejam preparar-se para um objetivo concreto, que não seja a competição. São projetos desportivos de âmbito nacional que se inserem no PNMC, impulsionado pelo IPDJ e pela FPA. 

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23
novembro

Solidariedade - MultiOpticas/Faial apoia lar de acolhimento da Casa da Infância de Santo António

Escrito por Susana Garcia

A MultiOpticas através do seu franquiado do Faial, procedeu à remodelação de três quartos e ofereceu material informático ao lar de acolhimento da Casa de Infância de Santo António (CISA).

A iniciativa contou com a participação do atleta paralímpico Jorge Pina e do modelo Ricardo Guedes e insere-se nas ações de responsabilidade social levadas a cabo pela empresa.

O lar de acolhimento da CISA, que alberga atualmente cerca de uma dezena de jovens com idades compreendidas entre os 13 e os 17 anos, recebeu na passada sexta-feira, um apoio da MultiOpticas, numa ação de solidariedade que partiu do seu franquiado da ilha do Faial Paulo Matos.
A ação contemplou a remodelação de três quartos, a oferta de material informático para o centro de estudo e ainda rastreios visuais às utentes do lar de acolhimento.
Para Paulo Matos esta é uma maneira de agradecer aos faialenses a forma “acolhedora” com que ele e a MultiOpticas foram recebidos na ilha.
“Passaram-se quase dois anos desde o dia em que abrimos a primeira loja MultiOpticas na ilha do Faial”, disse o franquiado salientando, que olhando agora para trás, tem a certeza que ter investido neste seu “sonho” de se “aproximar de casa de contribuir para a economia do Triângulo foi sem dúvida a melhor opção”.
Enquanto franquiado da empresa GrandVision, cuja responsabilidade social é uma preocupação, o empresário confessou ter “facilmente percebido” que esta iniciativa “seria a melhor forma de retribuir a confiança não só nesta marca como na minha pessoa até então depositaram”, reforçou.
Paulo Matos sente-se um privilegiado por poder ajudar esta instituição a melhorar as condições de habitabilidade das suas utentes.
“Quem como eu teve o privilégio de conhecer um pouquinho mais desta instituição, facilmente entenderá as motivações que nos trouxeram até aqui, bem como o quanto nos sentimos privilegiados, porque nos foi dada esta oportunidade de contribuir para que as acomodações das crianças e adolescentes que aqui vivem se tenham tornado um pouco mais acolhedoras”, referiu.
No entender do franquiado é impossível ficar indiferente “às histórias de vida de quem cedo descobriu o sabor amargo das fragilidades de uma sociedade em constante evolução onde as desigualdades tendem a acentuar-se a cada dia que passa”.
Neste contexto, agradeceu ao master franchising da empresa que possibilitou o apoio a esta “instituição de enorme relevância tanto no contexto local como regional”, observou, registando ainda que “este não foi apenas mais um projeto Multiopticas, mas sim um projeto que apesar de impulsionado por esta grande família acabou por conseguir unir sinergias consensos vontades e com isso firmar parcerias com outras empresas que se vieram a revelar fundamentais”, na concretização do objetivo final, concluiu.
Também Rui Borges, CEO da GrandVision Portugal que detém a MultiOpticas se mostrou satisfeito com a iniciativa do seu franquiado.
O CEO da GrandVision afirmou ser para si uma “honra” poder estar associado a esta ação de solidariedade, dando a conhecer que esta é terceira ação deste tipo que a MultiOpticas promove na Região que conta já com seis lojas nos Açores.
Rui Borges, defendeu que as organizações, as empresas “têm também o dever” de retribuir às comunidades onde se inserem, “onde estão os seus clientes, onde fazem o seu negócio”, disse, lembrando a este respeito que “a Grand Vision através da marca Multi-Opticas investe desde há cerca de 10 anos num programa de responsabilidade social através da promoção de várias ações”, sobretudo destinadas às crianças, por entender que desta forma está a investir “no futuro e a melhorar a vida daqueles que vêm a seguir”.
“Se nós podermos investir algo de nós naquilo que são as crianças os jovens estamos com certeza a preparar uma sociedade melhor, mais igualitária”, reforçou o CEO.
Rui Borges, destacou ainda as parcerias efetuadas no âmbito desta iniciativa, defendo que é “difícil fazemos tudo sozinhos, cada vez mais trabalhamos em equipa e com parceiros, aquilo que fizemos aqui, graças ao Paulo, existem também várias instituições que participaram”, disse.
Por sua vez, Sandro Jorge, Vice-Presidente da CISA, manifestou o seu “regozijo pelo gesto, pela obra, pela intervenção, pelo investimento” e sobretudo “pela confiança que a MultiOpticas depositou na instituição”.
O responsável pela Instituição salientou que a altura não podia ter sido a melhor, lembrando que a CISA se encontra a celebrar 160 anos de existência. “Não há muitas obras sociais na Região, como a nossa que tem um percurso em termos de obra social de uma forma consolidada e naquilo que contribui para o desenvolvimento da comunidade, não só do Faial, mas também na comunidade açoriana”, referiu.
Sandro Jorge salientou que cabe agora às jovens que frequentam o lar de acolhimento, cuidar deste espaço, e desafiou-as a pegar neste exemplo de solidariedade e a aplicá-lo e a “multiplicá-lo” na sua vida futura”. 

Jorge Pina um exemplo de vida

Esta iniciativa incluiu ainda uma palestra com o atleta paralímpico Jorge Pina, que partilhou com os presentes um pouco da sua história de vida.
Antigo campeão nacional de boxe, nasceu em Portimão em 1976, num bairro social, no seio de uma família com problemas. “Cedo me tornei num jovem delinquente. Tive várias experiências com álcool e drogas”, confessou.
Encontrou a sua “salvação” no desporto. Foi durante muitos anos atleta de boxe, tornou-se uma referência do pugilismo nacional, conquistando diversos títulos, nomeadamente o de campeão nacional ao serviço do Sporting.
“Eu era um jovem sonhador e para fugir à parte negra do bairro, queria ser campeão do mundo de boxe”, contou. Foi atrás desse sonho que em 2004 lhe aconteceu “uma fatalidade ou uma sorte”, como referiu, que lhe tirou a visão, mas que, no fundo, lhe deu uma outra maneira de olhar o mundo.
Jorge Pina não baixou os braços e mais uma vez no desporto, nomeadamente no Atletismo encontrou a solução para a sua vida.
Atualmente, a par do desporto, o maratonista dedica-se a ajudar aqueles que como ele têm problemas de integração. Para além da associação com o seu nome e de projetos como o Music Boxe, que combina boxe, dança e música, Jorge Pina criou a primeira Escola de Desporto Adaptado em Portugal, para pessoas com deficiência.
Hoje, Jorge Pina considera-se uma pessoa feliz e tudo o que quer na vida “é que as pessoas também sejam felizes, e tenham sucesso na vida”.
Dirigindo-se às jovens que frequentam o lar de acolhimento da CISA salientou “que se eu consegui transformar a minha vida, vocês também conseguem mudar a vossa e pode ser por aqui, por este espaço que vocês podem começar a dar os primeiros passos, a querer ser melhores que vocês mesmo, a fazer melhor amanhã do que fizeram hoje”, disse. 

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23
novembro

Conferência Ecotur 2018 - Horta distinguida com certificado e selo de cidade Odyssea

Escrito por Susana Garcia

No âmbito da conferência ECOTUR 2018, a cidade da Horta recebeu a certificação e o selo de cidade Odyssea e procedeu à assinatura do convénio de adesão do município à rede Europeia Odyssea. A conferência integrada no projeto ECOTUR Azul abordou o tema “A importância da náutica e do turismo costeiro e marítimo para o desenvolvimento económico do concelho da Horta”.

“A Horta é a única cidade açoriana a implementar o ECOTUR AZUL, adotando o modelo Odyssea de desenvolvimento territorial sustentável, que valoriza o turismo costeiro, as rotas culturais marítimas e as atividades inovadoras na navegação de recreio”, afirmou o Presidente da Câmara, José Leonardo Silva na sessão de abertura da Conferência Ecotur 2018.
Subordinada ao tema “A importância da náutica e do turismo costeiro e marítimo para o desenvolvimento económico do concelho da Horta”, esta conferência decorreu no Teatro Faialense, no início da semana e reuniu entidades publicas e privadas ligadas ao mar e ao turismo.
Na sua intervenção, José Leonardo Silva, avançou que a autarquia tem vindo a trabalhar, com vários parceiros europeus, num projeto “inovador”, que tem sido responsável por “potenciar os territórios marítimos na União Europeia e por colocar a nossa oferta turística, gastronómica, cultural, náutica e ambiental ao serviço de um universo de cerca de 7 milhões de turistas navegantes, muitos dos quais com grande poder económico”, sustentou.
Neste sentido adiantou ainda que até ao final do ano o município deverá ter concluída a primeira fase deste projeto de cooperação territorial ECOTUR AZUL ao abrigo do Interreg, que visa a criação de aplicação informática, que permite aos utilizadores ter acesso a um conjunto de informação turística da ilha através das novas tecnologias como telemóveis, smartphones, androides ou tablets com ligação à internet.
Regis Lopez Lang - Delegado Misión Odyssea Europa-Al-Caribe explicou que “este projeto é o resultado de um trabalho extenso, com quase dois anos, durante os quais analisamos qual era a essência, a história e a cultura da Horta, bem como a sua particularidade dentro do esquema do turismo azul e da economia azul”, referiu.
De acordo com o delegado, este modelo Odysseea “encontra-se certificado pela Comissão Europeia como um modelo exemplar a estender a todas as regiões costeiras e marítimas da Europa”.
Regis Lopez Lang avançou que “o presidente da CMH decidiu ser parte integrante desta rede, no ano 2016 e a partir dai começaram a preparar a candidatura em conjunto com Lanzarote, La Palma, Gran Canária, Cabo Verde e Mauritânia”.
Presente nesta sessão de abertura, em representação do Governo Regional, esteve Cíntia Martins.
Na sua intervenção, a diretora regional do Turismo referiu que os Açores se têm afirmado como um “destino de eleição” para os amantes do mar e das atividades ligadas ao mar, como o whalewatching, o mergulho, o iatismo, a vela e os desportos de ondas.
No entender de Cíntia Martins “o turismo náutico tem sido, uma das maiores apostas do Governo Regional nos últimos anos pelo elevado potencial de crescimento que lhe tem vindo a ser atribuído, tendo em conta as caraterísticas, dimensão e localização geográfica do arquipélago, que lhe conferem um posicionamento privilegiado no que diz respeito às suas enormes potencialidades para um turismo ligado ao mar”, frisou.
Neste sentido, salientou que “hoje, mais do que nunca e movidos pelo dinamismo sem precedentes que o turismo açoriano vive, o Faial é, sem dúvida, uma ilha cada vez mais virada para o mar, assumindo de uma forma reforçada a sua vocação para o turismo náutico e costeiro”, sustentou, acrescentando ainda que, também por via da história, a Horta se tornou “mundialmente conhecida nos circuitos internacionais como ponto de referência obrigatório do iatismo no Atlântico Norte”.
A finalizar a diretora regional felicitou a Câmara Municipal da Horta pela adesão a este projeto ECOTUR e à Rede Europeia das Cidades Odyssea, bem como pela distinção da Horta com o selo 'Cidade Odyssea', considerando que se trata de “iniciativas que, do ponto de vista da sustentabilidade, da valorização e da promoção turísticas, irão certamente contribuir, simultaneamente, para o desenvolvimento económico da ilha do Faial e para aumentar a visibilidade internacional da Horta como destino de turismo costeiro e marítimo”, disse.
Este projeto arrancou em novembro de 2016 e prevê-se que entre em funcionamento já no início de 2019. 

 

Roteiro Náutico do Faial

Nesta conferência Luís Botelho, Vice-presidente teve a seu cargo a apresentação do Roteiro Náutico do Faial. 

À Comunicação Social explicou que o Roteiro Náutico é uma das ferramentas fundamentais desta aplicação que “consubstancia informação sobre escala, natureza, escala cultura, escala náutica e a escala sabores”.
Segundo Botelho, “esta aplicação permite ouvir paisagens narradas, quer de terra, quer de mar”, resultado de “um trabalho de circum-navegação à volta da ilha, identificando todos aqueles que seriam os pontos importantes de divulgação, desde o Forte da Calheta, na zona do Monte Queimado, a Baia das Caldeirinhas, a Ponta Furada, o Morro de Castelo Branco o Vulcão dos Capelinhos, as escarpas dos Cedros, o Porto Baleeiro no Salão. Na Ribeirinha a referência aos fornos de telha existentes no local e que foram recuperados, em Pedro Miguel os aspetos geológicos que contemplam aquela costa, a Praia do Almoxarife, ou seja, demos a volta à ilha por barco e em cada local definimos algumas das peças mais importantes desses lugares”, disse.
O vice-presidente registou ainda que esta aplicação permite não só conhecer a ilha do mar para a terra, mas também permite “dar a conhecer as empresas e as mais valias existentes em terra”.
“Quando falamos do Morro, falamos do queijo, quando falamos dos Cedros também podemos falar das mesmas características e assim longo de toda a ilha”, esclareceu. 

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23
novembro

CGTP IN/Açores - Petição com 1500 assinaturas reivindica aumento da remuneração complementar

Escrito por Susana Garcia

Um abaixo assinado com cerca de 1500 assinaturas foi entregue na Assembleia Legislativa da Região Autónoma do Açores (ALRAA) por uma delegação da CGTP IN/AÇORES.Segundo o primeiro subscritor João Decq Motta, o documento propõe um aumento de 15% da remuneração complementar para cerca de 7500 trabalhadores açorianos.

Uma delegação da CGTP IN/Açores, entregou na quinta-feira da passada semana, dia 15 de novembro, um abaixo assinado, com vista a aumentar em 15% a remuneração complementar para os trabalhadores da Administração Pública Regional (APR)e local que não é atualizada desde 2012.
O documento com cerca de 1500 assinaturas, visa, de acordo com o primeiro subscritor João Decq Mota, “sensibilizar a ALRAA, os seus deputados e também o Governo Regional, para a necessidade absoluta de se aumentar a remuneração complementar para os trabalhadores da Administração Pública Regional e local que não sofre nenhum aumento desde 2012”, disse.
Em declarações à comunicação social, após a entrega da petição na ALRAA, o sindicalista salientou a importância de, no âmbito da discussão do Plano e Orçamento para 2019, que acontece este mês, seja incluído “no artigo 40 a definição que o governo colocou em relação à remuneração complementar”, indo assim “de encontro às propostas que CGTP entregou ao Governo Regional no último Conselho de Concertação Estratégico”.
Segundo João Decq Motta “o governo na formulação que fez, reconheceu que devem ser compensados os anos entre 2013 e 2019”.
No seu entender, cabe agora às forças políticas “trabalhar no sentido de que o aumento da remuneração complementar tenha duas questões: primeiro, seja um aumento que de facto possa atenuar o diferencial dos custos de vida entre os Açores e o Continente e em segundo que seja para todos os trabalhadores que prestem efetivamente funções na APR ou funções de serviço publico, como é por exemplo o caso dos trabalhadores com contrato individual de trabalho nos hospitais EPE que têm tanto direito como os outros de receber remuneração complementar e não recebem”, defendeu João Decq Motta.
O primeiro subscritor adiantou que embora outras forças sindicais estejam a considerar outras percentagens, a CGTP IN/Açores está a propor um aumento na ordem dos 15%, considerando, no entanto, que “mais importante que a percentagem é ter em conta que o aumento possa atenuar o custo da insularidade durante os 7 anos”.
O sindicalista lembrou a “remuneração complementar foi criada par fazer face aos custos de insularidade, para atenuar os custos da insularidade, por este motivo tem toda a necessidade de ser alterada”.
De acordo, com a CGTP IN/Açores, em causa está a remuneração complementar para os funcionários da AP que ganham entre 580€ e 1304€ e abrange cerca 7500 trabalhadores. 

 

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23
novembro

Bloco de Esquerda - BE pretende simplificar reembolsos de passagens aéreas para os Açores

Escrito por João Paulo Pereira

O Bloco de Esquerda (BE), em sede de discussão de propostas de alteração ao Orçamento de Estado para 2019, irá propor que o reembolso das passagens aéreas entre os Açores e o continente passe a ser automático, evitando que os passageiros tenham de adiantar mais de 134 euros por bilhete.

“O objetivo desta proposta é garantir que, na compra do bilhete, os passageiros residentes nos Açores deixam de ter que adiantar valores que são por vezes exorbitantes, e acabar com o atual processo burocrático de reembolsos através dos CTT”, adiantaram os bloquistas em comunicado remetido às redações.
Neste sentido, o BE vai propor a “simplificação” do processo de reembolsos das passagens aéreas entre os Açores e o continente, defendendo a “implementação de um processo automatizado que garanta que o passageiro só tenha que pagar o valor que lhe cabe”.
Entre as propostas de alteração ao Orçamento do Estado apresentadas pelo BE estão também o alargamento do subsídio de insularidade aos funcionários do ensino superior na região, o alargamento às regiões autónomas da redução do preço dos passes sociais dos transportes públicos, que será aplicada no continente e o prolongamento “por mais um ano” da vigência do Programa Especial de Apoio Social para a Ilha Terceira.
Por fim, o grupo parlamentar do BE quer alterar a medida que diz respeito ao processo de construção do novo estabelecimento prisional em São Miguel, com o objetivo de garantir que o início da concretização da obra será mesmo em 2019, já que a proposta do Governo prevê apenas “a continuidade dos trabalhos relacionados com a construção”do novo estabelecimento prisional. 

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23
novembro

PSD/Açores - Gaudêncio pretende travar aumento do imposto sobre os combustíveis na Região

Escrito por João Paulo Pereira

O presidente do PSD/Açores anunciou no inicio da semana, na abertura das jornadas parlamentares do partido, que será apresentada na Assembleia da República por parte do PSD/Açores uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado para 2019, com o intuito de evitar o aumento da taxa máxima do imposto sobre os combustíveis na Região.

Na abertura das jornadas parlamentares do PSD/Açores, que decorreram em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, entre segunda e quarta-feira, o líder do PSD/Açores Alexandre Gaudêncio alertou para o facto de o Orçamento do Estado prever um aumento da taxa máxima do imposto sobre os combustíveis dos atuais 65 para 75 cêntimos por litro e que o referido aumento está a ser feito “nas costas dos açorianos”.
“Atualmente, a taxa máxima de imposto sobre a gasolina e gasóleo nos Açores é de 65 cêntimos por litro. O Orçamento do Estado aumenta o teto máximo do imposto para 75 cêntimos por litro. É um aumento feito nas costas dos açorianos e que consideramos inaceitável”, afirmou Gaudêncio.
O líder social-democrata revelou que expôs a questão ao líder nacional do partido, Rui Rio, “que imediatamente acolheu as preocupações do PSD/Açores”, tendo a proposta de alteração sido entregue na passada sexta-feira.
“Nesse sentido, dei instruções aos deputados do PSD/Açores na Assembleia da República para que apresentassem uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado, com vista a eliminar esse aumento do imposto sobre os combustíveis na Região. Como vêm, temos propostas e soluções para os problemas dos açorianos”, disse.
Gaudêncio lembrou ainda que a despesa pública “que está no Orçamento Regional é paga com o dinheiro dos impostos dos açorianos”, pois “trata-se de dinheiro que não fica na economia privada, diminuindo assim a capacidade de investimento das famílias e empresas, tão necessária à criação de emprego”.
A 28 de outubro, o líder do PSD/Açores, no seu primeiro congresso como presidente, já havia anunciado uma iniciativa legislativa destinada a corrigir o facto de os açorianos estarem a “pagar demasiado pelos combustíveis”, no âmbito de uma “austeridade encapotada”.
Nestas jornadas parlamentares destinadas a analisar as propostas de Plano e Orçamento da Região para o próximo ano, o presidente do PSD/Açores anunciou também que o partido vai apresentar propostas em áreas como a Saúde ou a Educação.
Nesse sentido, considerou que “é obrigatório assegurar uma alternativa de escolha aos doentes cujo ‘Tempo Máximo de Resposta Garantido’ foi ultrapassado”.
“Vamos, por isso, propor, no debate do Plano e Orçamento para 2019, que estes utentes recebam um Cheque-Consulta, com o valor correspondente ao custo da consulta. Deste modo, o doente pode livremente optar por ter a consulta no sector privado”, revelou.
Outra das medidas que o dirigente pretende implementar é o reforço de 200 mil euros para a Acão Social Escolar, referindo que dois terços dos alunos matriculados nas escolas públicas beneficiam deste instrumento.
“Queremos uma autonomia com resultados práticos na vida dos açorianos. Temos um projeto em nome das famílias açorianas que vivem no limiar da pobreza”, declarou o presidente dos sociais democratas açorianos. 

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